quinta-feira, 2 de junho de 2016


Chegando ao Destino



Após 45 minutos de voo eu finalmente desembarcara naquela cidade quente. Já no banheiro do aeroporto, a calça e blusa deram lugar à um vestido leve, que além de amenizar o calor também viria a calhar nos momentos em que estivesse com ele. Com o coração aos pulos e a calcinha já molhada depois de relembrar cada momento do nosso primeiro encontro, aguardava pela sua chegada. Depois de 3 meses de espera o avistei entrar no saguão do aeroporto. Calça jeans, tênis, uma das suas camisetas de banda de rock e aqueles óculos.
Não foi possível conter o sorriso que quase se tornou uma gargalhada ao sentir seus braços envolta da minha cintura. O beijo molhado e intenso provocou olhares de quem estava à nossa volta, e suas mãos já estavam perdendo o controle enquanto apertavam minha bunda. Numa simples troca de olhares e sorrisos decidimos que era necessário sair dali com urgência.
Durante todo o caminho até o estacionamento sentia suas mãos me tocar enquanto me olhava com ardor. Ao fechar a porta do carro senti seus dedos entrelaçar nos meus cabelos e me puxar para si. Com a boca próxima do meu ouvido apenas sussurrou: “Você está linda” e deslizou a boca pelo meu rosto, pescoço, e subiu mordendo meu queixo. Enquanto sentia sua língua invadir minha boca e sua respiração ofegante, a outra mão apertava meus seios ainda por cima do vestido e passeava pelo meu corpo até encostar na minha coxa. Senti a pele arrepiar e seus dedos pressionarem minha carne afastando minhas pernas e acariciando minha buceta ainda por cima da calcinha. Ao notar o quanto estava úmida sorriu, afastou a calcinha e lambuzou a mão enquanto brincava com meu grelhinho e me penetrava com os dedos. Entre beijos e mordidas no pescoço apenas pedia para gozar: “Goza minha cadelinha... goza”. Não demorei a melar ainda mais sua mão, que me foi dada para lamber dedo por dedo. Ao perceber que o segurança já olhava atento para o carro, arrumou minha calcinha e vestido, me deu um beijo no rosto e ligou o carro. Com as pernas trêmulas e um tesão incontrolável, iniciamos o trajeto até a cidade vizinha, onde ele morava, e onde eu ficaria pelos próximos dois dias.
Entre assuntos aleatórios, tentávamos distrair a vontade que nos consumia. Entre uma ajeitada e outra no banco eu tentava controlar o tesão. Sentia minha buceta quente e pulsando e meu grelhinho duro, quase que implorando por mais uma gozada. Não parava de olhar para a marca que seu pau fazia na calça. Ao notar meu olhar ele apenas perguntou: “Quer? ”, e respondi abrindo sua calça e envolvendo com os dedos aquele pau que eu tanto desejava. Deslizava os dedos pela cabeça e espalhava com a mão toda a baba enquanto o sentia latejar. Com a outra mão abri as pernas, afastei novamente a calcinha e comecei a me masturbar.
Completamente fora de mim, apenas senti quando ele me penetrou com os dedos, o que me fez gozar em segundos, e aumentou meu fogo. Com a boca salivando não me contive, debrucei no seu colo e engoli seu pau. Seus gemidos aumentavam meu tesão e me faziam sugar com mais força e mais fundo para dentro da boca. Lambendo a cabeça, contornando toda a extensão do pau, voltando a engolir novamente e massageando as bolas. Alternando entre chupadas e punheta ele gozou na minha boca enquanto estávamos parados no trânsito da ponte. Nos ajeitamos e seguimos viagem. Já na recepção do hotel, debruçada no balcão, algumas encoxadas e um tapa na bunda que me reacenderam. Sem nem mais me importar com quem veria ou acharia, apenas o puxei e beijei acariciando cada centímetro do seu corpo.

Mais uma troca de sorrisos e olhares e já sabíamos que essa minha estadia em terras cariocas seria, também, inesquecível.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

O ÔNIBUS


O ônibus está pelo menos 5 minutos atrasado. Estou no ponto há 10 minutos, sentindo-me extremamente pervertida por estar usando uma saia tão curta e sem calcinha. Acontece que o meu namorado, Felipe, me ligou meia hora atrás avisando que os pais dele saíram para trabalhar, por isso teríamos a casa só para nós.


Não quis perder tempo algum: vesti uma blusinha de alças sem sutiã, cujo tecido evidenciava o bico dos meus seios; uma saia leve, estilo colegial safada e optei por não usar calcinha, para economizar tempo e também para fazer uma surpresa para o meu namorado. Só não contava que estivesse ventando tanto na rua.

Seguro minha saia, mexendo-me impacientemente enquanto espero o ônibus chegar, assim como as vinte pessoas que estavam no ponto comigo. Soltei a saia por um momento para arrumar os cabelos, bem quando uma nova rajada de vento levantou a minha saia. Consegui abaixa-la em seguida, mas não rápido o suficiente para que ninguém pudesse ver. Olho para os lados, envergonhada com a possibilidade de alguém ter visto que estou nua por baixo da saia. As pessoas ao meu redor, felizmente, estavam distraídas, para o meu alívio. Exceto um deles.

Era um homem de meia-idade, um tiozão desses que só melhoram com a idade. Ele está vestindo um terno preto com uma camisa branca, sem gravata, e olhava para mim com um sorriso sexy e malicioso, como se dissesse: ”eu sei o que você esconde no meio das pernas”. Desvio o olhar rapidamente, sentindo minha boceta latejar. Tenho 18 anos, mas sempre senti atração por homens mais velhos, principalmente quando eles têm cabelos grisalhos.

Felizmente o ônibus chegou e os passageiros começaram a subir. Por estar de saia e nua por baixo, fiquei por último e acabei tendo que ficar em pé, assim como mais duas pessoas, entre elas o coroa sexy que sabia o meu segredinho.

Fiquei em pé entre os dois primeiros bancos do ônibus, que logo em seguida entrou em movimento. Conforme parava nos próximos pontos, mais pessoas entravam e foi ficando lotado, obrigando-me a ir cada vez mais para o fundo até não ter mais espaço. O ônibus ia enchendo e cada vez mais fui sendo empurrada para perto daquele coroa. E, lembrando daquele olhar, já achei uma boa ideia ir para perto dele.

Logo já estava ao seu lado, sentindo seu perfume. Mas o ônibus encheu mais e fiz de dissimulada e acabei indo para frente dele, e ele, com a cara mais safada, deu um sorriso e permitiu que eu ficasse ali. Senti sua respiração ficando mais ofegante. Safada como sou, comecei a roçar de leve a minha bunda no pau daquele cavalheiro. Sinto o volume, de dentro de sua calça, crescer, e, com o movimento do ônibus, aproveito para fazer uma leve pressão com o quadril naquele membro. Queria sentir o tamanho daquele cacete. Disfarçadamente ele abaixa a sua mão e começa a passar, primeiro, as costas da mão na minha coxa, como querendo testar a minha reação, para ver se eu ia dizer alguma coisa. Logo em seguido passa a ponta dos dedos. Aquilo começou a me deixar molhada. Senti minha bucetinha escorrer por entre as pernas. Aquela situação estava me deixando louca de tesão. Comecei a rebolar, devagar, naquele cacete. A ousadia dele, quando percebeu que eu não estava ligando de sentir seus dedos na minha bunda, começou a aumentar. Ele começou a apertar a minha bunda, com força, enchendo sua mão. Eu olhava para os lados cheia de vergonha, mas não queria que ele parasse. Mas o ônibus estava tão lotado que ninguém percebeu que quase gemi quando ele, me segurando pelas ancas, me puxou contra o seu caralho.

Senti sua respiração quente no meu ouvido, seu peito arfando, com o coração em disparada, naquele momento eu já estava super molhada. Rebolava devagar, igual uma cadelinha no cio, sentia seu pau teso pulsando na minha bunda. Quando senti suas mãos no meio das minhas pernas, tremi. Minhas pernas bambearam no mesmo momento quando senti suas mãos subirem pelas minhas pernas. Ele desceu a boca até o meu ouvido e me disse um simples “Oi” e passou a ponta da língua no meu pescoço. Tudo com muita discrição. Olhei para os lados para ver se alguém percebia algo, mas todos estavam distraídos com os celulares ou cochilando.

Ele sobe os dedos e encontra a minha coxa já melada com o meu tesão que escorria da minha boceta. Sinto ele se arrepiar e o pau dele pulsar como se estivesse vivo. Sobe os dedos mais um pouco e mela seus dedos na minha xota ensopada. Ele, discretamente, leva os dedos ao nariz, cheira como se estivesse sentindo a mais suaves das fragrâncias, e depois leva a sua boca e prova o meu sabor. Aquilo me deixou alucinada, a minha vontade era de abrir a aquela calça e chupar aquela rola ali mesmo. Seu pau estava tão duro que sentia empurrando minhas nádegas. Abaixei a mão e comecei a masturbar aquele caralho por cima da calça mesmo. Que delicia de pau. Duro e pulsando na minha mão. Os dedos dele voltaram para dentro da minha xota. Naquele momento já nem estava querendo saber se tinha gente olhando ou não, na verdade eu nem sabia aonde estava, se já tinha passado do ponto ou se o ônibus estava cheio ou vazio. Eu perdi, completamente, a noção de tempo e espaço sentindo aqueles dedos me foderem. Ele socou 3 dedos dentro da minha xana e eu apertava o seu pau com a mão. Ele colou sua boca próximo ao meu ouvido e roçava sua barba malfeita na minha nuca. Escutava urros abafados vindo dele e eu mordia os lábios para não gemer dentro do ônibus. Estava entregue, só pensava naquele caralho me fodendo, só queria ser enrabada por aquele cacete. Eu já não aguentava mais de tesão e sentia o gozo vindo. Queria gritar de tanto tesão.

Mordi meus lábios com força para não gritar, mas não pude conter o gemido abafado que escapou dos meus lábios quando minha xota começou a se contrair em volta dos dedos dele. Gozei deliciosamente, como jamais antes havia gozado. Fiquei toda mole e ele teve que me segurar pela cintura, com a mão que estava livre, para eu não cair.

Quando recuperei o folego, pude olhar para os lados e me assustei ao perceber que já tinha passado do ponto onde iria descer. Percebendo o meu desespero, meu coroa gostoso, chegou bem por trás de mim, encaixou seu pau duro no reguinho da minha bunda e, como quem dá um “Bom dia”, sussurrou no meu ouvido: “Minha parada é a próxima, Delicia. Se quiser sentir esse cacete duro dentro da sua xota molhada, vem comigo e eu prometo um orgasmo cem vezes melhor do que acabara de ter.” A voz dele, rouca, me causou arrepios pela minha nuca. Aquela proposta era irrecusável. Cem vezes melhor que a gozada que acabei de ter??? Seria possível?!?

Por um momento pensei no Felipe, que, provavelmente, estava me esperando e preocupado com a minha demora. Mas, embora, a razão dissesse que eu devia recusar a proposta, todo o meu corpo gritava “SIM”. Por isso decidi que no caminho mandaria uma mensagem para o meu namorado avisando que tive um imprevisto e não pude ir até a casa dele. Depois olhei para o meu coroa gostoso com um sorriso nos lábios e somente assenti com a cabeça, vendo-o sorrir de volta com um sorriso predador e, em seguida, sussurrar a frase: “Você não vai se arrepender”.


Eu realmente não me arrependi, mas isso fica para outro conto...

domingo, 1 de maio de 2016



ESTRADA PARA O PRAZER






Ao ver a foto a primeira vez, na TIMELINE da minha rede social, fiquei surpreso com sua beleza. Sua boca me chamou atenção, me deixou com vontade de beijar, e seu olhar parecia que estava a me encarar. Não acreditei que aquele encanto todo poderia se interessar por um cara safado como eu.
Surpresa maior quando percebo que ela começa a me seguir. Faço alguns comentários em suas postagens sem muita esperança de resposta.  Incrédulo recebo resposta e ainda uma mensagem reservada. Sem saber o que dizer, comecei a conversa meio tímido, mas percebi que ela ainda era mais safadinha do que eu.
Nossos papos, a cada dia, iam ficando mais quentes, Brincadeiras na hora do serviço, com fotos sua no banheiro do escritório para provocar e aumentar ainda mais o desejo, o tesão e a curiosidade. Já estava ficando cada vez mais louco com aquela mulher, que atiçava e me deixava com o pau pulsando dentro da calça.
Mas tinha um porém, ela é casada. Então aquelas conversas ficariam só no âmbito da imaginação mesmo. Mas eu não estava aguentando mais. Apesar do pouco tempo que estávamos nos conhecendo, eu estava louco de vontade de conhecer aquela mulher.
Certo dia em minhas viagens de trabalho no interior do estado, durante o dia, ela começa a me provocar com mensagens cada vez mais ousadas. Fico alucinado, quase não conseguindo me controlar. Nessas mensagens ela me diz que iria dormir sozinha pois seu marido tinha viajado. Aquilo me deu um estalo, era aquele dia ou nunca mais. Tinha que saber se tudo que ela me falava era real ou somente provocações.
Testei sua coragem ao perguntar se poderia me encontrar naquela noite. Ela teria que me dar uma resposta até as 5 da tarde, pois eu tinha que alugar um carro e fazer uma viagem de 4 horas até ela, apenas para a conhecer.
Resposta positiva, mas ela não poderia ficar muito comigo, pois sua enteada iria dormir com ela. E eu também não poderia ficar muito, tinha que trabalhar no outro dia cedo. E ainda tinha a dúvida se aquela química que acontecia nas mensagens iria ser a mesma ao vivo.
Carro alugado e pé na estrada. Viajando com a cabeça a mil, pensando em como agir e o que falar. O pouco tempo me preocupava, mas o tesão era grande demais. Marcamos numa praça, próximo a sua casa.
Cheguei e ela ainda não estava, mandei uma mensagem e fui fazer um lanche. Nada de resposta da mensagem e comecei a pensar que levaria um bolo. Um mega bolo depois de todos esses quilômetros rodados.
30 minutos depois ela apareceu, deliciosa como nas fotos, um vestido leve, um sorriso meigo e aquele olhar que já tinha me cativado. Chegou, me disse apenas um “Oi”, e me deu um beijo que parecia que tinha anos que nos conhecíamos. Sua boca combinou com a minha. Me arrepiei com seus lábios. Falou que não poderia ficar por ali e indicou uma rua menos movimentada para conversarmos.
Parei o carro e comecei a beija-la novamente. Um beijo quente, cheio de tesão e vontade, querendo saciar todo o desejo criado pelas nossas mensagens. Minha mão foi logo indo em direção aos seus seios. Não consegui desgrudar a minha boca da dela. Mas quando tirei seu seio para fora do vestido, desci minha boca até ele e comecei a lamber, chupar e morder aquele peito delicioso, sentindo seu mamilo ficando durinho na minha língua. Minha mão pousa em sua coxa e sobe para próximo a sua virilha. Sinto o calor que emana da sua calcinha.
O tesão é demais, ela, sem pensar, coloca a mão sobre o meu pau por cima da calça. Sentindo o meu membro duro e pulsando, ainda preso, louco para ser libertado. Minha boca engole seus seios. Cabe todinho dentro da minha boca. Sugo, lambo, babo. Meus dedos começam a buscar um modo de entrar dentro de sua calcinha. Quando finalmente consigo vencer a barreira da calcinha, sinto aquela xotinha extremamente molhada e quente. Imediatamente lambuzou os meus dedos. Ela viu a minha cara de surpresa quando descobri que não mentia nas mensagens ao dizer que ficava melada.
Meus dedos fudendo sua bucetinha e ela consegue abrir minha calça e tirar o meu pau para fora, que naquelas alturas já estava, além de duro, todo babado. Suas mãos habilidosas tocam uma punheta deliciosa que me leva as alturas. Tirei meus dedos de sua xota e passei em seus lábios, ela lambe com desenvoltura e me pede para dar um tapa no seu rosto. Não penso duas vezes, dou um tapa e ela pede mais forte. Outro tapa e a chamo de putinha e nos beijamos com o sabor daquela xota doce.
Aquele carro já não cabia nós dois. Os vidros embaçados. E nossos corpos tentando se encaixar. Abaixo a calça e ela vem por cima, encaixando sua buceta quente no meu pau teso. E entra deslizando, descendo e beijando a minha boca. Mas o espaço era pouco para tudo que queríamos. As horas voavam, nem eu e nem ela poderíamos ficar mais. Mas tínhamos, pelo menos, mais uma hora. Então propus a ela que fossemos a um motel próximo, onde ficaríamos mais a vontade. Seria um tempinho, pois eu teria que pegar a estrada e dormir um pouco para estar de pé para trabalhar. Ela relutou um pouco, mas concordou. Ela tinha que ir embora, mas nosso tesão era demais.
Chegamos no motel e nem esperamos para ir para o quarto, na escada mesmo nos agarramos e começamos a tirar nossas roupas. Beijos ardentes e minha mão apertando sua bunda, realizando tudo em que dizíamos um para o outro.
Tirei toda a sua roupa ela nua em meus braços. Joguei-a em cima, virei-a e coloquei ela de 4, abri sua bunda com as mãos e comece a chupa-la. Minha língua penetrando sua xana, lambendo seu cuzinho e lambuzando minha cara toda. Sinto ela tremer e ela começa a gemer na minha língua. Com ela de 4 posiciono meu pau para entrar naquela bucetinha. Entro escorregando e vou estocando com força cheio de tesão. Vou perdendo o controle e começo a dar tapas na sua bunda, cada vez mais forte, deixando a marca da minha mão. Ela não aguenta de tesão e goza no meu pau, sinto sua buceta se contraindo e me apertando. Me deito e peço a ela para esfregar sua xotinha pelo meu corpo, espalhando seu mel e seu cheiro pelo meus peitos, barrigas e coxas.
Olho no relógio e o tempo que nos demos já tinha passado. Mas queríamos mais. Comigo deitado ela senta na minha boca e rebola, geme e novamente goza, na minha língua, lambuzando meu rosto. Uma delícia. Eu delirava de tesão. Já não me preocupava com a hora, que voava. Ela sentou no pau e começou a rebolar, subia, descia, esfregava. O tesão era tanto. Meu pau latejava dentro dela, minhas mãos apertando hora seus seios hora sua bunda e os tapas eram cada vez mais fortes a medida que o tesão aumentava. Já não conseguia segurar. Tirei meu pau de dentro da sua xota e dei um banho de porra nos seus peitos. Estava extasiado de tesão e completamente satisfeito.
Mas uma olhada no relógio e 3 e meia da madrugada, para quem precisava estar 8 horas no trabalho eu tinha que pegar a estrada logo. Fui deixa-la na esquina da casa dela, ganhei uma calcinha com o cheiro daquele sexo de presente, e pé na estrada para chegar a tempo.
Fui sentindo o seu perfume no caminho. O cheiro de sexo estava naquele carro, no meu corpo e naquela calcinha vermelha. O caminho foi longo, pois o cansaço bateu. Os últimos quilômetros achei que não chegaria. Mas deu tempo de chegar no hotel tomar um banho para despertar e um café rápido.
Passei o dia inteiro com sono, mas a cara de felicidade não negava que tudo tinha valido a pena.


sábado, 19 de março de 2016


Inicio na faculdade


           Com 19 anos passei no vestibular, empolgação e algumas coisa para resolver. Como a faculdade era em outra cidade fui me cadastrar para pegar o ônibus gratuito. Chegando na secretaria um tumulto só, muita gente e um calor infeliz. Procurei um lugar para aguardar. Próximo um rapaz alto e de cara amarrada. Achei engraçadinho aquela carinha de raiva dele e trocamos olhares. Mas ficou apenas nisso.
                No primeiro dia de aula fico meio perdida para descobrir qual ônibus deveria pegar para voltar, pergunto para um e para outro quando ouço uma voz a me perguntar para onde eu queria ir. Para a minha surpresa era o mesmo rapaz de cara amarrada da secretaria e descobrimos que seria o mesmo ônibus que íamos. Dali em diante começamos a nos conhecer.
                Com o passar dos meses ficamos cada vez mais amigos. Dividíamos lanche, conversávamos sobre o dia a dia da faculdade e íamos sempre juntos no mesmo ônibus. Eu, muito tímida, gostava de sentir que tinha um amigo.
                O tempo foi passando, a intimidade aumentando, e o mais variados assuntos foram rolando nas nossas conversas. E um belo dia o assunto foi sexo. Com as minhas respostas curtas ele acabou mudando de assunto.
                Mas a amizade entre nós crescia e quando ele brincava comigo já sentia um calor diferente.
                Certo dia, muito puta da vida, tomei algumas doses de uísque com ele, e na volta para casa, nós dois já meio alto, ele começa a me provocar. Eu tentava evitar de todas as formas, mas não resistir e dei um beijo naquela boca deliciosa. Um beijo tão intenso que senti minha buceta ficar molhada na hora.
                Desse em dia em diante começamos a ficar, e as nossos beijos iam ficando cada vez mais quentes. Sempre me esfregava, rebolando, para tentar sentir o pau dele duro, porém não conseguia descobrir o tamanho. Em uma noite, indo para a faculdade no ônibus, nos esfregamos tanto um no outro que minha calcinha ficou toda babada, e então decidimos matar aula naquele dia para irmos a um motel.
                Pegamos um táxi e eu nervosa, com vergonha de ele ver meu corpo, por não me considerar “malhada”. Chegamos lá, nos beijamos e ele começa a tirar a minha roupa.
                Ele tira toda a minha roupa e diz:
-Garota, onde você escondia tudo isso? Você é muito gostosa. E que bela bunda, hein?
                Ele começou a passar a mão pelo meu corpo, apalpando a minha bunda e apertando com suas mãos fortes. Ele começa a beijar meu pescoço, me lambendo e descendo sua boca pelo meu colo, brincando com os meus mamilos e descendo pela a minha barriga até chegar na minha bucetinha, que naquele momento estava escorrendo de tanto tesão. Ele começa a me chupar de uma forma divina, como sua língua descobrindo minha vênus.
                Quando estava prestes a gozar na sua boca ele para e fica de pé e me manda ajoelhar. Abre a calça e seu pau pula para fora. Fiquei pasma. Tão grande, grosso e macio que nem nos meus melhores sonhos eu tinha visto aquilo. Não tinha outro jeito senão chupar aquele pau. Lambi e babei como se não houvesse amanhã. Com o pau na minha boca eu fazia questão de olhar em seus olhos e ver ele gemendo a cada lambida.
                Parecia que ele ia gozar na minha boca, mas ele me levantou e me pôs na cama. Confesso que fiquei com medo de não conseguir receber aquele pau e disse:
                -Por favor, seja gentil comigo.
                Ele, muito com a cara mais canalha, me responde:
                -Claro, não farei nada que você não queira, tá?
                Ele foi se ajeitando e enfiando devagarinho, eu sentindo aquele pau me abrindo, mas entrando deslizando, minhas pernas toda aberta, cheia de tesão, fui pedindo por mais. Eu queria todo aquele pau dentro de mim. Pedi por mais e mais e ele foi aumentando o ritmo e estocando cada vez mais forte, sentindo seu pau batendo no fundo da minha buceta. Gritei e ele socou com força. Estava tremendo de prazer.
                Quando ele me vira e me coloca de 4 sinto que não consigo mais segurar meu gozo. Ele dá um tapa na minha bunda e me fode com força. Me levou ao delírio e gozei. Um gozo tão intenso que começou a escorrer, melando seu pau. Eu toda suada, ele me puxa pelos cabelos e me põe de pé, contra a parede, metendo seu pau todo com fúria de macho, apertando meus seios, sentindo seu pau latejar dentro da minha buceta, e mordiscando minha orelha. Eu gozei de novo, tanto gozo que senti escorrendo pelas minhas coxas, melando seu pau e suas bolas.
                Ele deita e me pede para sentar naquela rola dura e tesa, toda lambuzada com meu prazer. Sentei, cavalguei, pulei, queria esfolar aquele pau e mais uma vez gozei como nunca tinha gozado antes. Nós dois pingando suor, ele me tira de cima dele e me faz ajoelhar, olho para aquele pau delicioso latejando e ele goza no meu rosto, me lambuzando toda, aquele gozo grosso escorrendo pelos meus peitos. Vira para mim e diz:
                -Há quanto tempo que eu sonhava com isso! Agora passa a língua no meu pau, vai!
                Eu prontamente atendi seu pedido. Lambi aquele pau cheio de porra quente e não tive dúvidas, engoli aquele leite gostoso.
                Nós dois mortos de cansaço, mas com aquele sorriso bobo de satisfação na cara. Tomamos banho juntos trocando carinho.

                Desse em dia em diante sempre matamos aula juntos.

sábado, 16 de janeiro de 2016

           O TÁXI 


           Certo dia estava na Barra, em uma reunião de trabalho, e resolvi pegar um táxi para voltar para casa, pois não ia voltar de ônibus de jeito nenhum. Assim que entrei, notei que o motorista era bem bonito, o que chamou minha atenção. 18:00 horas, trânsito infernal, tudo parado, e eu, já estressada por mais um dia cheio de problemas no trabalho, soltei a frase “Puta que pariu, só uma cerveja para me fazer feliz hoje”, o motorista, educadamente, disse “Nem me fale, Senhora. Estou louco para acabar esse dia”. Eu ri e não respondi, mas achei o máximo ele me chamando de senhora.
            Pouco tempo depois, uma ligação do meu ex-marido acaba ainda mais com meu dia, e, muito estressada, desligo o telefone e começo a chorar. Mais uma vez muito educado, ele me dá um lenço e diz “Desculpe a intromissão senhora, mas, tenho certeza que seja lá qual foi o motivo, não vale a pena chorar. Se acalme”. Ri mais uma vez do “Senhora”.
                        -Moço, vamos mudar esse caminho. Conhece a estrada das Canoas? Vamos por lá. Tudo muito parado aqui, desse jeito não vou beber minha cerveja hoje. ~ E sorri
                        -Sim senhora, como preferir

            Fiquei muda, olhei algumas vezes para ele pelo retrovisor, notando aquelas mãos enormes segurando o volante. Olhei a foto dele no cartão de identificação e tive certeza de que ele era muito bonito.
            Já tinha escurecido e a estrada estava bem vazia. Aquilo foi mexendo com meus instintos. Comecei a pensar em algo para provoca-lo. Peguei o estojo de maquiagem e, do banco de trás, fiquei olhando para ele pelo espelho retrovisor. Quando o olhar dele parou no meu, sorri e comecei a me pintar. Passei batom de uma forma mais sensual possível, sempre sorrindo. Senti que ele ficou nervoso, não sabia se olhava para a estrada ou para o retrovisor. Terminei de passar o batom de forma bem vagarosa e olhando seus olhos, e nesse momento ele sorriu de volta. Desviei o olhar e peguei um hidratante e passei nas pernas, nos braços e no colo. Abrindo bem meu decote para ele perceber o volume dos meus seios.
            E então ele quebrou o silêncio e me diz:
                        -A senhora é muito bonita, ficou ainda melhor com esse sorriso e esses lábios vermelhos
            Fiquei até sem graça com o elogio e respondi:
                        -Obrigado, Leandro, você é muito gentil!
                        -Desculpe por ser indiscreto, mas, o seu perfume, que cheiro bom. Me fez pensar em tantas coisas. Sorte de quem vai beber essa cerveja com você.
            Um sorriso de canto de boca e um olhar fixo no retrovisor:
                        -Eu estou com sede mesmo, mas estou curiosa para saber o que meu cheiro foi capaz de fazer você pensar.
            Ele freou o carro imediatamente e virou para trás, me devorando com os olhos:
                        -Senta aqui na frente, não posso ficar olhando para trás enquanto dirijo. Assim podemos conversar melhor.
            Sem dizer nada eu abri a porta e fui para o banco da frente e antes dele dar a partida no carro novamente eu perguntei:
                        -Diz para mim o que o meu perfume fez você pensar?
            E sem pensar muito me deu um beijo cheio de tesão, mordido e puxando meus cabelos, desceu o rosto pelo meu pescoço e foi falando baixinho “Pensei exatamente isso, sentir esse seu cheiro bem perto de mim”.  Gemi bem baixinho, puxei a cabeça dele e mandei ele continuar a dirigir.
                        -Tudo bem, senhora!
           
            Já cheia de vontade e tesão passei a mão no pau dele, que estava duro e latejando. Abri a calça dele e comecei a chupar aquela piroca enquanto ele dirigia. Lambi, chupei, babei muito aquele pau. Contornei a cabecinha com a língua, ele mal encostou o carro e encheu a minha boca de leite.
            Antes que eu pudesse pensar, ele já estava com as mãos por dentro do meu vestido. Tocando a minha xotinha e me sentindo tremer e melar. Ele chega em meu ouvido e diz:
                        -Goza, senhora.

            Ele me enlouqueceu e eu gozei.
            Olhei para o lado e o pau dele já estava duro pronto para eu poder sentar, subi naquele cacete e rebolei como uma vagabunda. Sentindo aquele pau, adorando e gemendo. Ele vem e me diz:
                        -Goza, senhora, goza porque eu não vou aguentar. Vou gozar muito.
            Eu gritei naquela rola e gozei. Gozei tão gostoso que meu corpo inteiro ficou sensível. Ele me arrancou de cima dele e deixou seu gozo jorrar pelo meu corpo todo.
            E foi assim...
            Gozamos mais uma vez em pé do lado de fora do carro antes de seguirmos nosso caminho.
            Ficamos quase em silêncio o restante do caminho. Trocamos alguns beijos e carícias. Ele parou onde deveria me deixar e me deu seu cartão com o número do telefone e disse:
                        -Me liga, por favor.
                        -Ligo sim, Leandro. Pode deixar.
                        -A senhora não vai me dizer seu nome?!?
            Dei um sorriso maroto e respondi:

                        -Muito prazer, Leandro. Me chamo Cecília.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

SACIANDO DESEJOS


Foram meses de conversas naquela rede social, sempre com algum grau de sacanagem e amizade e, às vezes, uma provocada para satisfazer meu ego. Algumas fotos e vídeos para alimentar um tesão gostoso e brincadeiras sem intenções maiores de ambas as partes.
                Eu, como sou noiva, não pretendia, nunca, me encontrar com alguém de qualquer rede social que fosse. E também não acreditava que ele, um homem beirando os 40 anos, experiente e já com seus casos “amorosos”, iria se interessar por uma jovem de 27 que certamente não chegaria aos pés das mulheres com quem ele saía.
                Mas um dia decidi apimentar um pouco mais essas conversas e pôr em prática minhas armas de sedução. Queria ver até que ponto eu poderia deixar aquele cara, que só conhecia por fotos (aqueles nudes que nunca mostram o rosto), enlouquecido por mim. Comecei a provocá-lo de tal forma que sentia que nossas mensagens iam ficando cada vez mais intensas e parecia que a vontade nele crescia também. Me mandava vídeos com gozadas fabulosas (ahhh que gozadas) e eu começa a sentir um tesão estranho naquilo. Era uma vontade quase incontrolável de desfrutar daquele homem.
 Meu tesão por ele cresceu conforme fui pondo em prática minhas técnicas de sedução, já sentia mais vontade de ficar conversando com ele do que com outros caras e sentia que era recíproco, e isso me cativava. Me conquistava o fato dele ser atencioso comigo - de não me ver apenas como objeto de prazer - e esse tesão todo que ele dizia e me mostrava.             
                Nossa intimidade cresceu a tal ponto que já não bastava ficar só me masturbando pelas mensagens. Sentia crescendo uma necessidade daquele cara que me deixava molhada com apenas algumas palavras, fosse um simples “bom dia” ou então quando me chamava de “minha ninfetinha”. Estava começando a perder o controle daquela brincadeira de sedução. E começou a vontade de nos vermos.
                Moramos em estados diferentes e, como sou comprometida, não tenho disponibilidade de encontros furtivos no fim de semana. Isso deixaria a nossa vontade apenas no âmbito virtual. Mas ele me propôs uma data, uns três dias durante o meio de semana uns dois meses para frente. E eu prontamente aceitei. Queria saciar a minha vontade, me deixar levar por um pouco de loucura. E os dias foram passando e aquele tesão só ia aumentando. Ele me deixava louca todos os dias e estávamos ficando cada vez mais íntimos, um carinho, um desejo e tesão que me faziam dormir e acordar pensando nele. Ele me pediu para procurar estadia e eu encontrei em uma cidade ao lado da minha, não poderia me arriscar. Estávamos contando os dias.
                Chegado o tão esperado dia, eu muito ansiosa me arrumo toda, sem esquecer a lingerie vermelha que ele pediu. Ele me liga dizendo que chegou e eu nervosa, pego o carro e vou encontrá-lo.
                Nem sabia o que dizer, nem o que fazer. Bati na porta, ele a abriu, eu congelada não digo nada, ele me diz “oi” e me dá um beijo, ardente, com tanta saudade, tanta paixão, com suas mãos apertando meu corpo, me abraçando e me envolvendo, fazendo meu corpo sentir o dele e sua respiração ficando ofegante somente com esse beijo. Ele me pega pela nuca e não deixa nossas bocas se desgrudarem, sinto meu corpo cedendo ao seu beijo e relaxo, ficando mole em seus braços. Só consigo pensar que estou perdida, entregue, mas que tudo que quero é me perder junto dele.
                Ele para de me beijar, me olha e me enche de elogios que me fazem corar, já não sou mais dona de mim. Ele começa a beijar meu pescoço, elogiando meu perfume e dizendo que sonhava com aquele momento. Sua mão atrevida já está bolinando meu seio, ainda por cima do vestido, mas fazendo meus mamilos enrijecerem de tesão. Minha pele toda se arrepia. Me senta na cama e começa a deslizar os dedos nas minhas coxas, subindo e descendo, tocando a parte interna da perna, chegando próximo da virilha e já percebendo o calor da minha calcinha.
                Ele me deixa sem reação, mas instintivamente passo a mão por cima da calça dele e percebo o volume do seu membro já teso e pulsante a cada investida da minha mão. Vou tentando abrir a calça dele, mas me atrapalho toda. Ele, com muita habilidade, tira meu vestido e meu sutiã numa rapidez que nem percebo que já estou seminua. Sua língua começa a brincar com os biquinhos, já duros, dos meus seios. Chupa com tanto tesão, com tanta voracidade, que os deixa babados. Seus dedos avançam por cima da minha calcinha sentindo ele toda molhada. Ele faz um comentário sobre isso e consegue me descobrir, entrando por baixo da calcinha e melando seus dedos na minha buceta. Não consigo conter o gemido de tesão.
                Ele me fode com os dedos, tira e passa em meus lábios, me dando um beijo cheio de fogo. Já não aguento mais e fico louca pela sua rola. Abro sua calça e consigo abaixar até as coxas e seu pau quase me agride ao saltar, duro e já babando. Sem pestanejar, abocanho aquela piroca que tanto desejei, estava saciando uma vontade de muito tempo. Como sonhei em chupar aquela rola. Mamava olhando para ele com a cara de mais putinha que eu pude fazer, me deliciei ao ver ele se contorcendo todo com minha boca. Os gemidos dele me enlouqueciam e me faziam chupar com mais vontade. Mas eu queria sentir aquele pau pulsante dentro de mim.
                Sem tirar a calcinha, empurrei ele na cama, com as calças ainda pela coxa, e me posicionei para sentar naquele pau delicioso. Sentei como se fosse a última foda da minha vida. Minha buceta escorria e o caralho dele entrou escorregando. Parecia uma louca cavalgando naquela rola. Arranhava seu peito e gemia igual uma gata no cio. Senti o meu gozo chegar, beijei sua boca para sufocar o grito de tesão e gozei deliciosamente naquele pau que tanto sonhei. Desfaleci em seus braços.
                Saí de cima dele que prontamente me colocou de 4, ainda estava meio mole com a gozada, mas ele me penetrou com força e cheio de tesão que não tive como não rebolar. Me apertava a bunda com vontade e me penetrava com virilidade, sempre me chamando de “minha putinha”. Sentia a piroca latejar dentro da minha xota. Ele estocava, entre gemidos e uivos senti que ia gozar. Tirei seu pau da minha buceta e me virei para receber aquela porra toda. Ele gemendo de tesão gozou no meu rosto todo e ainda encheu minha boca. Tanto leite que me lambuzou toda. Simplesmente delicioso.
                Tomamos um banho e saímos para jantar. Depois disso foram mais 3 dias me maravilhando e me aproveitando do corpo do meu macho.

                Hoje, a saudade um do outro e a vontade de sentir o gosto e o cheiro daquele homem me motivaram a ir ao seu encontro. Dizem que viajar faz bem para a alma, acho que essa fará ainda melhor ao meu corpo.

domingo, 10 de janeiro de 2016

O ESTRANHO


Aquele não seria um encontro qualquer, quatro ou cinco mensagens trocadas numa rede social e decidi conhecer aquele homem que me fez despertar uma vontade que até hoje não conhecia em mim.
              Marcamos para o dia seguinte, logo depois do meu serviço. Pegaria o metrô e desceria na estação da Cinelândia, onde ele prometeu estar me esperando. Não acreditei que teria essa coragem, não conhecia ele, não tinha visto nem uma foto, nada que eu pudesse desejar tanto aquilo. Apenas palavras e sua atitude. Tínhamos combinado assim mesmo, um encontro no escuro. No fundo estava com medo de ele não ir também, afinal, ele também não tinha recebido nada de mim.
                No dia mandei uma foto do vestido que estaria usando, só para ele me reconhecer. Uma ligação no meio do dia, e as nossas vozes se descobriram. Um Oi misterioso e um tchau já excitado, anunciaram o que estava por vir. A ansiedade fez as horas demorarem a passar. E louca para conhecer aquele que mexeu comigo. Mas apesar de querer conhece-lo eu me programei para ficar apenas uma hora com ele, meu filho estava com minha mãe e disse a ela que não poderia demorar.
                Cheguei na Cinelândia e o nervosismo tomou conta de mim, não sabia para onde olhar e nem quem procurar. Ele se aproximou e me disse Oi, me olhou de um jeito que parecia me devorar e não demorei nem 5 segundos para entregar a minha boca aquele desconhecido. E QUE beijo, sua mão na minha nuca puxando minha boca contra a sua e a língua dele explorando o céu da minha. Um beijo com ardor, com tesão. Me derreti toda.
                Sentamos no bar da esquina e pedimos um Chopp, mas via no seu olhar e sentia no seu corpo que ele não queria estar ali. Seu corpo transmitia tanto tesão, tanta vontade que me arrepiava inteira. Os beijos cada vez mais quentes e uma conversa bem informal, para tentarmos nos conhecer pelo menos um pouquinho. Suas mãos descobrindo minha pele arrepiada e cheguei a tremer quando seus dedos pousaram nas minhas coxas.
                Meu tesão aumentava e ele sentia isso e começou a subir a mão chegando próximo a minha virilha. Não acreditava naquilo, num bar na rua, com uma cara que tinha conhecido a 10 minutos. Seus dedos tocaram minha calcinha e perdi a noção de mim quando ele disse que estava com o pau duro por sentir minha buceta quente. E estava quente mesmo, pegando fogo, sentia molhar a minha calcinha de tanto tesão, a situação me deixava louca.
                Um primeiro convite para sairmos dali e meu não soou quase que um sim, mas ele respeitou. Mas a ousadia dele foi maior e seus dedos me descobriram. Me invadiram e me revelou toda molhada e escorrendo. E ele chega no meu ouvido e diz que vai me levar a loucura. Naquela altura já não tinha dúvidas que ele iria cumprir essa audaciosa promessa.
                Aí ele nem disse mais nada, levantou e foi pagar a conta. E eu com receio, me recuso. Não podia ceder aquilo, era contra meus princípios.
                A caminho do motel, a pé mesmo, próximo do local onde estávamos, fui tentando me desvencilhar, mas era mais charme mesmo, porque naquele momento eu estava entregue, já não tinha mais volta.
                No elevador começamos um sarro delicioso, beijei aquela boca e me esfreguei sentindo seu membro duro pulsando dentro da calça. Passei a mão por cima e senti minha xota melar ainda mais minha calcinha.
                Chegando no quarto ele me pega pelos cabelos, por trás e me morde a nuca, suas mãos apertam os meus seios e eu rebolo loucamente naquele pau duro que estava louco para sair da calça. Ele tira a minha calcinha, me empurra contra a parede e me chupa divinamente, rebolei e esfreguei a minha buceta na boca dele e gozei, gozei na boca daquele estranho. Tirei a calça dele e mamei aquele pau como se estivesse com um doce na boca, mas eu queria ele dentro de mim. Ele me invadiu, e eu rebolei, ele entrava forte me inundando de um prazer sem igual e gozei mais uma vez no seu pau e sorri, ri como uma criança, obedecendo à vontade dele que pedia "goza minha putinha, goza", ri por ter gozado deliciosamente no pau daquele estranho. Me permiti ser a cadela da vontade dele. Me permiti ser a menina que deitou no abraço do estranho e descansou no beijo.
                Depois de ter me saciado e me ter feito gozar tantas vezes que perdi a conta, ele ainda me deu um banho delicioso de porra, me deixando toda lambuzada com seu prazer.
                Tive que ir embora, mas meu desejo era passar a noite com ele. Ele toma um banho e quando vai vestindo as roupas me pergunta: “Nos falamos amanhã?!?”

                O estranho deixou claro que queria mais e eu com minhas pernas bambas só poderia responder que sim.