terça-feira, 16 de agosto de 2016

                    UM RÁPIDO SEXFONE NA MADRUGADA



                     O telefone toca, madrugada, atendo num susto.
- Alô?!?; minha voz com sono e assustada me dedura que estava dormindo.
- Oi, amor, sou eu!
                Aquela voz rouca e sensual sempre me anima, mas estava surpreso pela aquela ligação naquela hora.
                               - Aconteceu alguma coisa????; pergunto
                               - Não...Só saudades de você.
                               - Amor...São 3 e meia da manhã.
                               - Aqui ainda não, mas eu sei que aí já são.
                               - Você está bem???; fico meio assustado.
                               - Não, amor, não estou bem. Estou cheia de tesão. E louca para gozar com você.
                               - Não fala assim, estou longe de você. Como irei te fazer gozar.
                               - Ai amor, minha bucetinha tá toda melada, estou passando o dedinho nela e está escorregando.
                               - Putz, amor. Você falando assim me deixa de pau duro aqui. Você sabe que adoro essa sua bucetinha melada. Adoro chupar ela.
                               - Quero sua língua aqui, bem no meu grelinho agora, meu Cachorro. Vem lamber sua cadelinha, vem.
                               - Porra. Você quer me deixar louco de tesão, né vadia? Já estou com a rola pulsando aqui na minha mão. Você vai ter que esfregar essa xotinha na minha cara quando eu te encontrar.
                               - Tudo que eu quero. Esfregar minha buceta nessa sua cara de safado. Vou esfregar tanto minha xota nessa boca que vou deixar o meu cheiro nessa barba por semanas.
                               - Amor, você me alucina assim. Meu caralho já tá babando de vontade de você.
                               - Mas já, Puto? Não vai gozar agora, viu canalha. Quero essa porra toda dentro de mim. Rebolar nessa pica deliciosa e gemer. Quicar até você me encher de leite.
                               - Caralho. Já tô com a mão toda melada aqui. Minha piroca está latejando de tesão. Quero socar fundo nessa sua bucetinha. Com força. Sem parar. Até você gozar nessa rola.
                               - Ahhhh amor. Estou com os dedinhos enterrados na buceta e apertando o biquinho do meu peito. Como eu queria você aqui agora. Vem, Bruxo, vem foder sua putinha, vem. (Sua respiração cada vez mais ofegante e seus gemidos ainda mais altos)
                               - Vou socar tanto meu pau nessa sua buceta que vou deixar ela inchada. Você está me provocando. Vou te foder até te deixar de perna bamba. Encher essa sua bunda de tapas.
                               - Isso, Cachorro, enche esse meu rabo de tapa. Deixa minha bunda com a marca da sua mão. Vai, me possua. Me faça a sua mulher
                A minha vontade era desligar o telefone e ir correndo foder aquela bucetinha que me provocava. O tesão era demais. Meu pau estava latejando na minha mão. Tocava uma punheta alucinada pensando em socar naquela xota.
                                - Vadia, vou te colocar de 4 e socar com tudo. Sem dó. Puxando esses seus cabelos e enterrando cada vez mais fundo, mais rápido e mais forte. Cada estocada indo cada vez mais para dentro de você. Profundamente. Te completando por inteira.
                               - Canalha, vadio, cachorro. Você quer arrebentar sua putinha, não quer? Quer deixar sua cadelinha toda ardida, não é?
                               - Vou mesmo. E quando meu pau tiver latejando de tanto tesão. Pulsando com vontade de gozar. Vou tirar da sua xotinha e colocar no seu cuzinho. Empurrando devagar no começo. Colocando a cabeça na portinha do seu rabo e ir empurrando. Cada vez entrando mais, mais para dentro. Com meu pau pulsando dentro da sua bunda. E eu empurrando. Entrando todo dentro desse cuzinho apertado (Solto um gemido só de imaginar essa cena). E vou estocando cada vez mais fundo e mais forte. Aumentando a velocidade dentro da sua bunda. Segurando sua anca e puxando contra o meu corpo. Sentindo todo dentro de você.
                               - Vagabundo, você está me deixando louca. Estou com a buceta toda encharcada, meu grelo está muito duro. Vou gozar para você, Puto. Estou com dois dedos enfiados na xota todo melado. Quero você comendo meu rabo até eu gozar.
                               - Cadela, Rebola no pau do seu macho. Goza com meu caralho todo no seu cu. Vou encher essa bunda de porra.
                Os gemidos dela vão ficando mais intensos e eu não consigo mais segurar. Vou gemendo e urrando. Cheio de tesão eu gozo. É tanta porra que espirra longe e lambuza meus peitos. Ela quando escuta meus urros de tesão geme ainda mais alto e solta um breve grito.
                Depois só escuto sua respiração ainda ofegante, mas já repousando.
                               - Amor??? Tá aí???
                               - ...
                               - Amor???
                               - Obrigada, amor. Boa noite para você e descanse, você precisa.
                E desliga o telefone.
                Safada. Como irei dormir agora nessa adrenalina? Levanto tomo um banho para me limpar e vou me deitar.

Apesar de saber que vou trabalhar cansado adormeço feliz. Adoro fazer essa minha cadelinha gozar.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

APROVEITANDO À VIAGEM





              A primeira vez que fui mandado à trabalho para fora do Brasil, uma capital de um país ao norte da América Latina, sem falar espanhol e arranhando um péssimo inglês. Estava totalmente desorientado. Chegar sozinho ao hotel e nem saber como dizer que tinha uma reserva no meu nome. Simplesmente perdido.
                Cheguei e fui direto para quarto, tomar um banho e me trocar para jantar no restaurante do hotel. Entrei no elevador e senti um perfume delicioso, aqueles cabelos pretos, compridos em trança, uma boca linda com batom vermelho, óculos que a deixavam com um ar sério e um vestido que terminava no meio das coxas. Pernas que me chamaram a atenção.
                Para ser educado tentei gastar meu parco espanhol:
                               - Buenas Noches!
                Ela educadamente, me acena com a cabeça. Mas não podia ficar só nisso e tentei puxar assunto e disse:
                               - Caliente!!?!!; tentando dizer algo sobre o clima quente do local (O clima sempre é a melhor forma de puxar assunto)
                Ela me olha e ri, um sorriso contido, mas gostoso, me pergunta:
                               - Donde es?
                               - Brasil; respondo
                Seu sorriso me encanta, me sinto enfeitiçado. Ela quase gargalha. O elevador chega e nos despedimos:
                               - Hasta luego; digo
                Ela se vira e me olha novamente, com sorrisinho de canto, lindo.
                Vou caminhando em direção ao restaurante e a vejo encontrando com um rapaz e o cumprimentando e indo também ao restaurante. Vi-os sentando em uma mesa no canto e resolvi escolher uma mesa onde ficaria de frente a ela, só para admirá-la.
                Escolho meu prato e um vinho local para acompanhar, e percebo que o papo entre os dois parece ser de velhos amigos. E nossos olhares se cruzam algumas vezes. Levanto a taça de vinho, discretamente, em sua direção como se estive brindando. Ela sorri e abaixa a cabeça.
                Depois que termino minha refeição me levanto e vou ao banheiro. Ao voltar percebo que o casal já tinha ido embora.  E quando vou à mesa para assinar a comanda encontro um bilhete dizendo: “Eres tan caliente también”. Fico confuso sem entender, mas sabia que era ela que tinha deixado o bilhete ali. Guardei no bolso o bilhete e tentei perguntar sobre a moça com a recepcionista, mas, para o meu desespero, não conseguimos chegar a um acordo com meu péssimo espanhol. Subi para o quarto meio desapontado, mas encantado com aquele sorriso e aquele olhar. E uma vontade louca de beijar a sua boca.
                De manhã me arrumo para ir trabalhar, coloco o bilhete no bolso e desço para tomar meu café da manhã. Entro ainda com cara de sono e encontro a dona dos meus sonhos da noite sentada, na mesma mesa onde jantou, sozinha. Com um vestido branco, leve, sem sutiã, com os mamilos endurecidos espetando o tecido. Maravilhosa, uma visão espetacular para começar muito bem meu dia. Meu coração bateu acelerado. Mas não tive coragem de ir falar com ela. Fiquei paralisado com sua beleza e acanhado. Sentei, novamente, de frente a ela e recebo um leve sorriso de canto da boca. Devolvi o sorriso e pedi meu café ao garçom. Percebo que ela está com os olhos em mim, o que me deixa muito sem graça. Fico decidindo se vou ou não me levantar para ir falar com ela. E nessa indecisão vejo ela se levantando e indo em direção a saída. Me levanto por impulso e corro em sua direção e pergunto seu “nombre”:
                               - Isadora; ela responde.
                Ela me olha sorrindo, como se pedindo para eu continuar a conversa. Mas nervoso e sem conseguir formar uma frase convincente só digo:
                               - És muy hermosa.
                Putz. Sabia que perdia minha chance ali. Mas ela sorri e estica a sua mão para mim e me pergunta:
                               - Y tu?
                               - Marcelo, muito prazer.
                Tento dizer mais alguma coisa, mas não consigo, além do nervosismo, não conseguia formular frases em espanhol. Ela vai em direção ao elevador, se vira, me olha, sorri e me dá um tchauzinho. E as portas se fecham.
                Eu estava fisgado.
                Não conseguia descrever o que estava sentindo, mas meu desejo por aquela moça era forte. Foi paixão à primeira vista. Seu olhar, sua boca e seu corpo não saiam da minha mente, e bolava mil planos e frases para quando a encontrarmos de novo.
                Cheguei ao trabalho e fui conversar com um amigo sobre os acontecimentos, mostrando o bilhete, e se ele podia me ajudar no espanhol. Quando contei a parte do “Caliente” e ele leu o bilhete ele riu. Me disse que significa algo como ardor, fogosa, gostosa. Minha cara foi ao chão. Como encarar aquela moça de novo? Mas pela resposta do bilhete parece que eu tinha chances.
                Trabalho o dia todo pensando na “Isa” (nos meus pensamentos já chamava ela assim). Estava ansioso para voltar ao hotel com a intenção de ir vê-la. Mas o trabalho vai além do que imagino, acaba bem tarde. Volto exausto para o hotel. Passo na recepção para pegar a chave do quarto e vou para o elevador. Quando entro no elevador eu vejo ela chegando como o tal “amigo” (ainda tinha dúvidas se era amigo ou não). Ela estava deslumbrante. Toda de preto, Vestido, meia fina, Salto alto e um batom vermelho que me deixava com mais vontade ainda de beijar. Meus olhos estavam vidrados nela. Segurei a porta do elevador para esperar eles entrarem. “Buenas Noches” digo formalmente, mas eles apenas acenam com a cabeça. Fico em silêncio durante a subida, os dois na minha frente e eu atrás olhando aquela bunda perfeita, redonda e empinada, devorando com os olhos.
                O elevador chega ao seu andar. A porta se abre, ela segura a porta e olha para o seu amigo que sai. Ela solta a porta e vem em minha direção, sem dizer nada. A porta se fecha e ela me beija profundamente, me pegando de surpresa, fico sem reação. Um beijo cheio de desejo e tesão. Sinto toda a sua vontade naquele beijo. Minha mão segura seus cabelos pela nuca e a outra puxa seu corpo pela cintura contra o meu. Um tesão percorre o meu corpo, meu pau fica duro na mesma hora. Um beijo quente, “Caliente”, que me acendeu por completo. Ela segura meus cabelos e nossa respiração vai ficando ofegante. Parecia que íamos rasgar nossas roupas e transar ali mesmo. A tensão e o tesão estavam altos demais. O elevador para e a porta se abre, é o meu andar. Mas não consigo parar de beijar aquela boca. E as portas se fecham novamente e o elevador desce. Minha mão aperta sua bunda, puxo seu quadril em direção ao meu. Ela sente o volume da minha calça. Mordo levemente seu pescoço. Sinto seu corpo arrepiar. O elevador para novamente e as portas se abrem. Ela para de me beijar, olha para mim cheia de desejo e diz:
                               - Eu gosto assim intenso e duro; ela sai e as portas se fecham.
                Eu fico ali atónito. Porra, ela é brasileira. Fico sem saber o que fazer. Chego ao meu quarto tomo um banho, o pau ainda latejando com o tesão que ela me deixou. Ligo para a recepção e pergunto pelo quarto de “mi amiga”. Visto a roupa e desço cheio de coragem. Paro em frente ao seu quarto e escuto vozes e risos vindo do seu quarto, mas mesmo assim bato na porta. E o “amigo” dela atende a porta, fico meio receoso mas peço para falar com a Isadora e ele pede para eu entrar. Eu entro e ele sai e fecha a porta. Ela ainda está arrumada do jeito que a encontrei no elevador. Linda.
                               - Porque não me disse que era brasileira?; pergunto
                               - Porquê não me perguntou; ela responde irônica
                Seguro seu rosto e lhe beijo. Sua boca é uma delícia, não consigo desgrudar. Abraço seu corpo apertando contra o meu. Sinto seu coração batendo forte. Mordo seu pescoço e minhas mãos apertam sua bunda. Ela segura minha cabeça puxando minha boca contra a dela. Ficando cada vez mais ofegante, ela começa a tirar a minha camisa eu seguro sua mão e pergunto.
                               - E ele?; me referindo ao “amigo” que saiu
                               - Não se preocupe. Foi ele que me deu a maior força para ficar com você. Ele é gay.
                Ela abre a minha camisa e começa a beijar meu pescoço e passar a língua em meus peitos. Fico todo arrepiado. Vou abrindo seu vestido e descobrindo seu corpo delicioso, o vestido cai e aquela visão arrebatadora me deixa louco. Vou beijando seu pescoço e descendo pelo seu colo. A ponta da minha língua lambe seus mamilos que estão durinhos, rosadinhos. Abocanho ele, dando leves mordidinhas. Desço a minha boca pela sua barriga, beijando, lambendo e minhas mãos tirando sua calcinha. Ela segura minha cabeça pelos cabelos e geme a cada beijo que desce em direção a sua xota. Me ajoelho e sinto o perfume de sua bucetinha. Que buceta linda, toda perfeita, uma xotinha que dá vontade de ficar admirando, fechadinha, um desejo louco de chupar. Minha língua começa a lamber seu grelinho. Sua xota úmida e quente vai melando minha boca. Aperto sua bunda, puxando sua buceta contra a minha boca, lambo, sugo e enfio minha língua no fundo da sua xota. Escuto ela gemer cada vez que minha língua lhe penetra. Sugo com vontade sentindo o seu gosto, me lambuzando no seu mel que escorria. Ela geme com tesão e puxa meus cabelos, empurrando minha cabeça contra sua xota. Fico louco de tesão escutando seus gemidos. Meu pau lateja de tesão. Ela tira sua bucetinha da minha boca e me puxa para me beijar. O seu cheiro está na minha barba. Minha boca, toda melada, tem o seu gosto. Ela beija com desejo, sua língua passeia no céu da minha boca. Se agarrando aos meus cabelos e cheia de tesão. Beijo com intensidade, com paixão.
                Ela me conduz, estava entregue, ela me deita na cama e vai beijando a minha barriga e abrindo minha calça. Meu pau salta com força em sua direção, todo babado, melado de tesão. Ela olha, admira, e começa, suavemente, a passar a língua na cabeça do meu cacete. Aquilo me arrepia e, sem querer, solto um gemido. Minha pica lateja na sua língua, pulsa. Ela com toda delicadeza abocanha meu pau todo. Seguro seus cabelos e empurro meu caralho para dentro da sua boca. Que boca deliciosa, macia, delicada. Chupa, suga e me olha com cara de moleca safada. O que me dá mais tesão ainda. Me seguro como posso para não encher sua boquinha de leite. Sua língua habilidosa me castiga, fico todo arrepiado. Lambe a cabeça do meu pau e desce até as minhas bolas. Me deixa todo babado. Não aguento mais de tesão. A pica lateja e pulsa louca para gozar. Ela começa a tocar uma punheta me olhando. Sente meu pau cada vez mais rígido e para. Tira toda minha calça e vem por cima. Senta devagar, sinto meu pau esquentar com sua bucetinha. Ela vai descendo, mordendo os lábios. Seguro sua cintura e ajudo ela descer, meu pau entra todo e ela geme. Me beija com ternura e ficamos assim, parados, ela sentindo meu pau pulsando dentro dela e eu sentindo sua xota me esquentado, me melando. Nos beijamos como namorados, um beijo apaixonado. Uma coisa incrível acontecendo naquele momento. Como isso podia estar acontecendo?
Ela rebolava lentamente no meu pau e gemia baixinho. Me olha e diz:
                - Olha nos meus olhos enquanto quico na sua piroca. Gosto de intimidade até a alma.
Olho naqueles olhos que me devorava. Eu estocava lentamente e sentia um desejo cada vez maior. Ela já louca de tesão me diz:
                - O seu pau é tão gostoso, fico horas rebolando no seu caralho que nem uma vagabunda.
A cada frase sua fico cada vez mais louco. Ela é linda, seus olhos pequenos me olhavam com paixão e seu gemido me enchia, ainda mais, de tesão e fui aumentando o ritmo entrando cada vez mais rápido, mais forte. Não aguentando mais, eu beijei sua boca sufocando meu urro de tesão e gozei, um orgasmo forte, intenso, e, no mesmo tempo, eu sinto sua xota se contraindo, apertando o meu pau. Ela geme deliciosamente e goza junto comigo. Incrível, deliciosamente inesquecível.
Eu continuo dentro dela e ela deita no meu peito. Sentindo seu corpo relaxando e adormecendo. Durmo feliz dentro dela.
De manhã vejo ela com a minha camisa preparando o banho. Que cena linda. Suas coxas grosas mexia com a minha cabeça. Levanto e beijo seu pescoço. Fazemos amor mais uma vez debaixo do chuveiro. Tenho que me arrumar para ir trabalhar, mas a minha vontade era de estar ali naquele quarto pelo resto da minha vida.
Descemos tomamos café juntos. Não queria que aquilo acabasse. Ela me provoca no restaurante. Com seu vestido, sem calcinha, fazendo de tudo para que eu ficasse. Mas o dever me chamava. Beijei sua boca apaixonado. E ela me diz:
                - Vou esperar você voltar. Pense ao longo do dia o quanto quero e preciso engolir sua porra.

Nem preciso dizer que foi minha melhor viagem de trabalho. Essa história só poderia acabar bem.

sábado, 2 de julho de 2016

           CHAMANDO 190






           Ser policial militar no sul do Estado tem algumas vantagens que na capital não tem. Somos muito mais respeitados e temidos, e ainda algumas “Maria Batalhão” para completar. Algumas moças se encantam em um “Homem de farda”.
            Tive algumas aventuras dentro de uma viatura, e, por causa de um flagra dessas “aventuras” por superiores em supervisão, acabei ficando de “castigo” na sala de rádio, atendendo 190 e controlando as viaturas da companhia. Mal sabia eu que ali iria começar as minhas verdadeiras farras.
Irei contar como comecei a descobrir isso.
Na época fazíamos turno de 24 horas, eram 24 horas trabalhando e 48 descansando. Gostava muito disso. No meu primeiro dia de atendimento ao 190 não sabia como funcionava as coisas direitos ali. Sempre muito atencioso com todas as ligações e tentando atender todas as ocorrências. E o dia foi passando assim, com várias ligações de acidentes de carro, brigas de família, furto, e etc.
Chegado a noite, ainda no meu turno, comecei a atender um outro tipo de ocorrência. Me liga uma mulher dizendo que precisava de conversar com alguém, pois o marido tinha ido trabalhar no turno de uma grande siderúrgica da cidade e estava sozinha com o filho pequeno. Começou a se lamentar da vida que levava e dizendo que depois que o filho nasceu o marido não olhava mais ela como mulher, mas apenas como mãe e estava sentindo falta de se sentir desejada de novo. Fiquei muito surpreso com aquilo. Não pela história dela, mas pelo fato que ela ligou dizendo que queria desabafar e era melhor que fosse com alguém que ela não conhecesse. Escutei tudo o que ela tinha para dizer e quase nem aconselhei. O fato era que ela não queria conselhos e sim falar.
Fim do meu turno, rendição, casa, descanso e uns bico para aumentar o soldo do polícia. Depois das 48 horas de descanso volto para o trabalho na sala de rádio e a mesma rotina do serviço anterior: acidentes, brigas e etc.
À tarde, para a minha surpresa, a voz, que não tinha se identificado, liga novamente. Disse que perguntou por mim ao dia seguinte que nos falamos e foi informada que eu só voltaria em outro turno. Senti certa alegria por ela ter me procurado. Mas, como era a tarde, não podia ficar de papo no telefone. e marcamos de ela ligar de madrugada depois que o marido fosse pegar o turno de 00 hora.
Logo depois da meia noite ela liga. Conversamos como se fossemos amigos de longa data. Mas o papo foi ficando picante, tomando um caminho diferente. Dizia que estava sozinha e há muito tempo não fazia sexo. E queimava de tesão. Fiquei excitado ao ouvir isso. Ela começou a me provocar, dizendo como estava vestida e como os seus mamilos estavam durinhos. Meu pau começa a subir por dentro da calça. Já estava desejando lamber, sugar aqueles peitos, sentir aquela bucetinha melada nos meus dedos. Mesmo sem ver aquela mulher, ela estava conseguindo me excitar, o que para mim era muito estranho, já que minha excitação sempre foi mais visual. Mas ela mexia com minha imaginação. E passamos horas naquele “Sexo fone” até meu pau babar toda a minha cueca.
Tinha que ver aquela mulher, conhecer a mulher que mexeu com a minha cabeça e me fez gozar apenas com palavras. Joguei a cantada, tentei, mas ela disse que não tinha coragem de trair o marido.
Os serviços seguintes ela continuou a me ligar. E os papos cada vez mais quentes. Ela me dizia que gozava com as nossas sacanagens. E eu gozava sempre para ela, para aquela voz.
Em um certo dia, os dois já não aguentavam mais de tesão e curiosidade. E partiu dela a decisão de nos encontrarmos. No final do meu turno a gente iria se ver numa freira livre (Que lugar para um encontro romântico). Era um local em que ela podia despistar o marido e os sogros (vixe). Acabou meu turno e caprichei no banho. Uma ansiedade bateu. Não sabia o que iria acontecer. Não sabia se era bonita, mas para mim pouco importava se era bonita ou feia, gorda ou magra, só me importava o tesão que ela me causava.
Cheguei na freira e comecei a procurar a mulher com a descrição que ela me passou, com a roupa que ela estaria. Mas sabia que quando eu a visse eu reconheceria. E foi assim. Bati o olho naquela mulher, de vestido branco, cabelos lisos pretos, olhos pequenos, um rosto fino, com a boca deliciosa e eu sabia que era ela. Cheguei pelas suas costas e sussurrei seu nome no seu ouvido
-Renata!?!
Ela vira para mim e parece me reconhecer. Não fala nada, apenas me abraça e me beija. Seguro sua cabeça pela nuca e retribuo o beijo com tesão, com ardor. Um beijo cheio de paixão e saudade (Saudade? Pois é, como sentir saudade de uma pessoa que nunca vimos? Mas acontece). Esses beijos cheios de Saudade foi aumentando o calor entre nós. Quase esquecemos que estávamos em um lugar público. Nossas mãos queriam apertar, queriam explorar. Parecia que nossos corpos iam se fundir de tão apertado que nos abraçávamos.
Peguei em sua mão e fui caminhando com ela até o meu carro. Um bom local para ficarmos a sós. Película pretíssima, ninguém conseguia ver nada lá dentro. Os nossos beijos foram ficando mais quentes. Minhas mãos exploravam suas coxas, entrando por baixo do seu vestido e indo até a virilha. Ela se arrepiava, se contorcia. Sua mão apertava o meu pau por cima da calça e minha boca mordia seu pescoço enquanto ela gemia no meu ouvido.
Liguei o carro e saí em direção ao motel mais próximo. Ela abre a minha calça e meu pau salta para fora. Ela não pensa duas vezes e cai de boca no meu cacete. Que boca deliciosa. Eu dirigia em êxtase. Quase nem dava para se concentrar na pista. Aquela boca engolindo a minha rola, babando, sugando, passando a língua na cabeça do meu pau, acariciando minhas bolas. Eu delirava e meu caralho latejava em sua boca. Sentia que iria gozar dirigindo. E não deu outra. Nem tinha chegado ao motel e eu enchi sua boca de leite. Gozei tanto que ela engasgou. Mas engoliu tudinho. E me deu um beijo que tive que encostar o carro para retribuir. Aquele beijo pegava fogo.
Chegamos no motel, estaciono o carro na garagem e começamos nos pegar dentro carro ainda. Mordo seu pescoço e ela pede para ter cuidado, não podia ficar marcada (Às vezes me esquecia desse “pequeno” detalhe).  Minha mão sobe pelas suas coxas e chega até sua calcinha, que àquela altura estava encharcada. Só de sentir a quentura e a umidade daquela xota meu pau começou a subir de novo. Consigo afastar sua calcinha e sinto sua buceta melar meus dedos. Que tesão do caralho que senti naquele momento. Enfio dois dedos na sua xota, tiro e passo em seus lábios e a beijo. Lábios com gosto de xota. Tudo isso dentro do carro, na garagem do motel.
Abaixo a alça do seu vestido e começo a chupar seus seios, lindos. Minha língua não se cansou de lamber, minha boca chupava sem parar. Era um bezerro mamando. E meus dedos enterrados na sua xotinha. Entrando e saindo, brincando com o grelo e voltando para dentro. Sua bucetinha lambuzava minha mão.
Afastei o banco para trás e fui descendo a boca pelo seu corpo. Desci até suas coxas, que lambi e subindo, devagar. Levantei seu vestido e vi sua calcinha. VERMELHA. Um tesão percorre meu corpo. Afasto a sua calcinha e começo a chupar aquela xota. Que perfume delicioso, que sabor maravilhoso. Sugava, chupava e esfregava minha cara naquela buceta. Meu rosto arranhava sua xana com a minha barba malfeita. Ela se contorcia e agarrava minha cabeça esfregando sua xota na minha cara toda. Minha boca toda babada com sua buceta. Me aperta a cabeça com as coxas e começa a tremer. Se sacudindo toda, sinto sua xana inundando. Eu sugo todo aquele mel. Um café da manhã delicioso.
Meu pau lateja cheio de vontade de entrar naquela buceta. Ela fica toda mole depois de gozar, mas começa a punhetar minha rola, que estava toda babada. Me coloca sentado no banco do motorista e vem por cima de mim. Afasta a calcinha e senta devagar no meu pau. Fica ali sentada. Parada. Me olhando. Lhe abraço e beijo sua boca. Aperto sua bunda com força e a ajudo a começar a subir e descer na minha rola. Minha boca reveza entre seus seios e seus lábios. Aqueles peitos balançando na minha cara me deixava maluco (Toda vez que lembro daqueles seios fico de pau duro). Ela vai aumentando a velocidade, aumentando a intensidade. Vou urrando de tesão. Sinto meu cacete pulsando dentro dela e ela aperta meu pau com a xota. Ela geme, revira os olhos eu não consigo segurar, penso em tirar, mas ela senta e não me deixa sair. Ela goza no meu pau e eu encho sua bucetinha de porra.
Que foda sensacional. Estávamos dentro do carro, mas podendo transar na cama do motel. Subimos apenas para tomarmos um banho rápido, já que ela não podia mais demorar (Ainda tinha que levar a compra da freira para casa).
Levei até um ponto de ônibus próximo a sua casa. Nós beijamos como namorados. Ela sobe no ônibus e me dá um tchauzinho. Que sorriso, que olhar. Que Mulher.
Tivemos vários encontros depois, sempre com a mesma paixão. Depois me mudei de cidade e perdi o contato. Será que ainda rola um revival?

Tive outras aventuras naquela sala de rádio. Ainda tenho muito o que contar.

quinta-feira, 2 de junho de 2016


Chegando ao Destino



Após 45 minutos de voo eu finalmente desembarcara naquela cidade quente. Já no banheiro do aeroporto, a calça e blusa deram lugar à um vestido leve, que além de amenizar o calor também viria a calhar nos momentos em que estivesse com ele. Com o coração aos pulos e a calcinha já molhada depois de relembrar cada momento do nosso primeiro encontro, aguardava pela sua chegada. Depois de 3 meses de espera o avistei entrar no saguão do aeroporto. Calça jeans, tênis, uma das suas camisetas de banda de rock e aqueles óculos.
Não foi possível conter o sorriso que quase se tornou uma gargalhada ao sentir seus braços envolta da minha cintura. O beijo molhado e intenso provocou olhares de quem estava à nossa volta, e suas mãos já estavam perdendo o controle enquanto apertavam minha bunda. Numa simples troca de olhares e sorrisos decidimos que era necessário sair dali com urgência.
Durante todo o caminho até o estacionamento sentia suas mãos me tocar enquanto me olhava com ardor. Ao fechar a porta do carro senti seus dedos entrelaçar nos meus cabelos e me puxar para si. Com a boca próxima do meu ouvido apenas sussurrou: “Você está linda” e deslizou a boca pelo meu rosto, pescoço, e subiu mordendo meu queixo. Enquanto sentia sua língua invadir minha boca e sua respiração ofegante, a outra mão apertava meus seios ainda por cima do vestido e passeava pelo meu corpo até encostar na minha coxa. Senti a pele arrepiar e seus dedos pressionarem minha carne afastando minhas pernas e acariciando minha buceta ainda por cima da calcinha. Ao notar o quanto estava úmida sorriu, afastou a calcinha e lambuzou a mão enquanto brincava com meu grelhinho e me penetrava com os dedos. Entre beijos e mordidas no pescoço apenas pedia para gozar: “Goza minha cadelinha... goza”. Não demorei a melar ainda mais sua mão, que me foi dada para lamber dedo por dedo. Ao perceber que o segurança já olhava atento para o carro, arrumou minha calcinha e vestido, me deu um beijo no rosto e ligou o carro. Com as pernas trêmulas e um tesão incontrolável, iniciamos o trajeto até a cidade vizinha, onde ele morava, e onde eu ficaria pelos próximos dois dias.
Entre assuntos aleatórios, tentávamos distrair a vontade que nos consumia. Entre uma ajeitada e outra no banco eu tentava controlar o tesão. Sentia minha buceta quente e pulsando e meu grelhinho duro, quase que implorando por mais uma gozada. Não parava de olhar para a marca que seu pau fazia na calça. Ao notar meu olhar ele apenas perguntou: “Quer? ”, e respondi abrindo sua calça e envolvendo com os dedos aquele pau que eu tanto desejava. Deslizava os dedos pela cabeça e espalhava com a mão toda a baba enquanto o sentia latejar. Com a outra mão abri as pernas, afastei novamente a calcinha e comecei a me masturbar.
Completamente fora de mim, apenas senti quando ele me penetrou com os dedos, o que me fez gozar em segundos, e aumentou meu fogo. Com a boca salivando não me contive, debrucei no seu colo e engoli seu pau. Seus gemidos aumentavam meu tesão e me faziam sugar com mais força e mais fundo para dentro da boca. Lambendo a cabeça, contornando toda a extensão do pau, voltando a engolir novamente e massageando as bolas. Alternando entre chupadas e punheta ele gozou na minha boca enquanto estávamos parados no trânsito da ponte. Nos ajeitamos e seguimos viagem. Já na recepção do hotel, debruçada no balcão, algumas encoxadas e um tapa na bunda que me reacenderam. Sem nem mais me importar com quem veria ou acharia, apenas o puxei e beijei acariciando cada centímetro do seu corpo.

Mais uma troca de sorrisos e olhares e já sabíamos que essa minha estadia em terras cariocas seria, também, inesquecível.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

O ÔNIBUS


O ônibus está pelo menos 5 minutos atrasado. Estou no ponto há 10 minutos, sentindo-me extremamente pervertida por estar usando uma saia tão curta e sem calcinha. Acontece que o meu namorado, Felipe, me ligou meia hora atrás avisando que os pais dele saíram para trabalhar, por isso teríamos a casa só para nós.


Não quis perder tempo algum: vesti uma blusinha de alças sem sutiã, cujo tecido evidenciava o bico dos meus seios; uma saia leve, estilo colegial safada e optei por não usar calcinha, para economizar tempo e também para fazer uma surpresa para o meu namorado. Só não contava que estivesse ventando tanto na rua.

Seguro minha saia, mexendo-me impacientemente enquanto espero o ônibus chegar, assim como as vinte pessoas que estavam no ponto comigo. Soltei a saia por um momento para arrumar os cabelos, bem quando uma nova rajada de vento levantou a minha saia. Consegui abaixa-la em seguida, mas não rápido o suficiente para que ninguém pudesse ver. Olho para os lados, envergonhada com a possibilidade de alguém ter visto que estou nua por baixo da saia. As pessoas ao meu redor, felizmente, estavam distraídas, para o meu alívio. Exceto um deles.

Era um homem de meia-idade, um tiozão desses que só melhoram com a idade. Ele está vestindo um terno preto com uma camisa branca, sem gravata, e olhava para mim com um sorriso sexy e malicioso, como se dissesse: ”eu sei o que você esconde no meio das pernas”. Desvio o olhar rapidamente, sentindo minha boceta latejar. Tenho 18 anos, mas sempre senti atração por homens mais velhos, principalmente quando eles têm cabelos grisalhos.

Felizmente o ônibus chegou e os passageiros começaram a subir. Por estar de saia e nua por baixo, fiquei por último e acabei tendo que ficar em pé, assim como mais duas pessoas, entre elas o coroa sexy que sabia o meu segredinho.

Fiquei em pé entre os dois primeiros bancos do ônibus, que logo em seguida entrou em movimento. Conforme parava nos próximos pontos, mais pessoas entravam e foi ficando lotado, obrigando-me a ir cada vez mais para o fundo até não ter mais espaço. O ônibus ia enchendo e cada vez mais fui sendo empurrada para perto daquele coroa. E, lembrando daquele olhar, já achei uma boa ideia ir para perto dele.

Logo já estava ao seu lado, sentindo seu perfume. Mas o ônibus encheu mais e fiz de dissimulada e acabei indo para frente dele, e ele, com a cara mais safada, deu um sorriso e permitiu que eu ficasse ali. Senti sua respiração ficando mais ofegante. Safada como sou, comecei a roçar de leve a minha bunda no pau daquele cavalheiro. Sinto o volume, de dentro de sua calça, crescer, e, com o movimento do ônibus, aproveito para fazer uma leve pressão com o quadril naquele membro. Queria sentir o tamanho daquele cacete. Disfarçadamente ele abaixa a sua mão e começa a passar, primeiro, as costas da mão na minha coxa, como querendo testar a minha reação, para ver se eu ia dizer alguma coisa. Logo em seguido passa a ponta dos dedos. Aquilo começou a me deixar molhada. Senti minha bucetinha escorrer por entre as pernas. Aquela situação estava me deixando louca de tesão. Comecei a rebolar, devagar, naquele cacete. A ousadia dele, quando percebeu que eu não estava ligando de sentir seus dedos na minha bunda, começou a aumentar. Ele começou a apertar a minha bunda, com força, enchendo sua mão. Eu olhava para os lados cheia de vergonha, mas não queria que ele parasse. Mas o ônibus estava tão lotado que ninguém percebeu que quase gemi quando ele, me segurando pelas ancas, me puxou contra o seu caralho.

Senti sua respiração quente no meu ouvido, seu peito arfando, com o coração em disparada, naquele momento eu já estava super molhada. Rebolava devagar, igual uma cadelinha no cio, sentia seu pau teso pulsando na minha bunda. Quando senti suas mãos no meio das minhas pernas, tremi. Minhas pernas bambearam no mesmo momento quando senti suas mãos subirem pelas minhas pernas. Ele desceu a boca até o meu ouvido e me disse um simples “Oi” e passou a ponta da língua no meu pescoço. Tudo com muita discrição. Olhei para os lados para ver se alguém percebia algo, mas todos estavam distraídos com os celulares ou cochilando.

Ele sobe os dedos e encontra a minha coxa já melada com o meu tesão que escorria da minha boceta. Sinto ele se arrepiar e o pau dele pulsar como se estivesse vivo. Sobe os dedos mais um pouco e mela seus dedos na minha xota ensopada. Ele, discretamente, leva os dedos ao nariz, cheira como se estivesse sentindo a mais suaves das fragrâncias, e depois leva a sua boca e prova o meu sabor. Aquilo me deixou alucinada, a minha vontade era de abrir a aquela calça e chupar aquela rola ali mesmo. Seu pau estava tão duro que sentia empurrando minhas nádegas. Abaixei a mão e comecei a masturbar aquele caralho por cima da calça mesmo. Que delicia de pau. Duro e pulsando na minha mão. Os dedos dele voltaram para dentro da minha xota. Naquele momento já nem estava querendo saber se tinha gente olhando ou não, na verdade eu nem sabia aonde estava, se já tinha passado do ponto ou se o ônibus estava cheio ou vazio. Eu perdi, completamente, a noção de tempo e espaço sentindo aqueles dedos me foderem. Ele socou 3 dedos dentro da minha xana e eu apertava o seu pau com a mão. Ele colou sua boca próximo ao meu ouvido e roçava sua barba malfeita na minha nuca. Escutava urros abafados vindo dele e eu mordia os lábios para não gemer dentro do ônibus. Estava entregue, só pensava naquele caralho me fodendo, só queria ser enrabada por aquele cacete. Eu já não aguentava mais de tesão e sentia o gozo vindo. Queria gritar de tanto tesão.

Mordi meus lábios com força para não gritar, mas não pude conter o gemido abafado que escapou dos meus lábios quando minha xota começou a se contrair em volta dos dedos dele. Gozei deliciosamente, como jamais antes havia gozado. Fiquei toda mole e ele teve que me segurar pela cintura, com a mão que estava livre, para eu não cair.

Quando recuperei o folego, pude olhar para os lados e me assustei ao perceber que já tinha passado do ponto onde iria descer. Percebendo o meu desespero, meu coroa gostoso, chegou bem por trás de mim, encaixou seu pau duro no reguinho da minha bunda e, como quem dá um “Bom dia”, sussurrou no meu ouvido: “Minha parada é a próxima, Delicia. Se quiser sentir esse cacete duro dentro da sua xota molhada, vem comigo e eu prometo um orgasmo cem vezes melhor do que acabara de ter.” A voz dele, rouca, me causou arrepios pela minha nuca. Aquela proposta era irrecusável. Cem vezes melhor que a gozada que acabei de ter??? Seria possível?!?

Por um momento pensei no Felipe, que, provavelmente, estava me esperando e preocupado com a minha demora. Mas, embora, a razão dissesse que eu devia recusar a proposta, todo o meu corpo gritava “SIM”. Por isso decidi que no caminho mandaria uma mensagem para o meu namorado avisando que tive um imprevisto e não pude ir até a casa dele. Depois olhei para o meu coroa gostoso com um sorriso nos lábios e somente assenti com a cabeça, vendo-o sorrir de volta com um sorriso predador e, em seguida, sussurrar a frase: “Você não vai se arrepender”.


Eu realmente não me arrependi, mas isso fica para outro conto...

domingo, 1 de maio de 2016



ESTRADA PARA O PRAZER






Ao ver a foto a primeira vez, na TIMELINE da minha rede social, fiquei surpreso com sua beleza. Sua boca me chamou atenção, me deixou com vontade de beijar, e seu olhar parecia que estava a me encarar. Não acreditei que aquele encanto todo poderia se interessar por um cara safado como eu.
Surpresa maior quando percebo que ela começa a me seguir. Faço alguns comentários em suas postagens sem muita esperança de resposta.  Incrédulo recebo resposta e ainda uma mensagem reservada. Sem saber o que dizer, comecei a conversa meio tímido, mas percebi que ela ainda era mais safadinha do que eu.
Nossos papos, a cada dia, iam ficando mais quentes, Brincadeiras na hora do serviço, com fotos sua no banheiro do escritório para provocar e aumentar ainda mais o desejo, o tesão e a curiosidade. Já estava ficando cada vez mais louco com aquela mulher, que atiçava e me deixava com o pau pulsando dentro da calça.
Mas tinha um porém, ela é casada. Então aquelas conversas ficariam só no âmbito da imaginação mesmo. Mas eu não estava aguentando mais. Apesar do pouco tempo que estávamos nos conhecendo, eu estava louco de vontade de conhecer aquela mulher.
Certo dia em minhas viagens de trabalho no interior do estado, durante o dia, ela começa a me provocar com mensagens cada vez mais ousadas. Fico alucinado, quase não conseguindo me controlar. Nessas mensagens ela me diz que iria dormir sozinha pois seu marido tinha viajado. Aquilo me deu um estalo, era aquele dia ou nunca mais. Tinha que saber se tudo que ela me falava era real ou somente provocações.
Testei sua coragem ao perguntar se poderia me encontrar naquela noite. Ela teria que me dar uma resposta até as 5 da tarde, pois eu tinha que alugar um carro e fazer uma viagem de 4 horas até ela, apenas para a conhecer.
Resposta positiva, mas ela não poderia ficar muito comigo, pois sua enteada iria dormir com ela. E eu também não poderia ficar muito, tinha que trabalhar no outro dia cedo. E ainda tinha a dúvida se aquela química que acontecia nas mensagens iria ser a mesma ao vivo.
Carro alugado e pé na estrada. Viajando com a cabeça a mil, pensando em como agir e o que falar. O pouco tempo me preocupava, mas o tesão era grande demais. Marcamos numa praça, próximo a sua casa.
Cheguei e ela ainda não estava, mandei uma mensagem e fui fazer um lanche. Nada de resposta da mensagem e comecei a pensar que levaria um bolo. Um mega bolo depois de todos esses quilômetros rodados.
30 minutos depois ela apareceu, deliciosa como nas fotos, um vestido leve, um sorriso meigo e aquele olhar que já tinha me cativado. Chegou, me disse apenas um “Oi”, e me deu um beijo que parecia que tinha anos que nos conhecíamos. Sua boca combinou com a minha. Me arrepiei com seus lábios. Falou que não poderia ficar por ali e indicou uma rua menos movimentada para conversarmos.
Parei o carro e comecei a beija-la novamente. Um beijo quente, cheio de tesão e vontade, querendo saciar todo o desejo criado pelas nossas mensagens. Minha mão foi logo indo em direção aos seus seios. Não consegui desgrudar a minha boca da dela. Mas quando tirei seu seio para fora do vestido, desci minha boca até ele e comecei a lamber, chupar e morder aquele peito delicioso, sentindo seu mamilo ficando durinho na minha língua. Minha mão pousa em sua coxa e sobe para próximo a sua virilha. Sinto o calor que emana da sua calcinha.
O tesão é demais, ela, sem pensar, coloca a mão sobre o meu pau por cima da calça. Sentindo o meu membro duro e pulsando, ainda preso, louco para ser libertado. Minha boca engole seus seios. Cabe todinho dentro da minha boca. Sugo, lambo, babo. Meus dedos começam a buscar um modo de entrar dentro de sua calcinha. Quando finalmente consigo vencer a barreira da calcinha, sinto aquela xotinha extremamente molhada e quente. Imediatamente lambuzou os meus dedos. Ela viu a minha cara de surpresa quando descobri que não mentia nas mensagens ao dizer que ficava melada.
Meus dedos fudendo sua bucetinha e ela consegue abrir minha calça e tirar o meu pau para fora, que naquelas alturas já estava, além de duro, todo babado. Suas mãos habilidosas tocam uma punheta deliciosa que me leva as alturas. Tirei meus dedos de sua xota e passei em seus lábios, ela lambe com desenvoltura e me pede para dar um tapa no seu rosto. Não penso duas vezes, dou um tapa e ela pede mais forte. Outro tapa e a chamo de putinha e nos beijamos com o sabor daquela xota doce.
Aquele carro já não cabia nós dois. Os vidros embaçados. E nossos corpos tentando se encaixar. Abaixo a calça e ela vem por cima, encaixando sua buceta quente no meu pau teso. E entra deslizando, descendo e beijando a minha boca. Mas o espaço era pouco para tudo que queríamos. As horas voavam, nem eu e nem ela poderíamos ficar mais. Mas tínhamos, pelo menos, mais uma hora. Então propus a ela que fossemos a um motel próximo, onde ficaríamos mais a vontade. Seria um tempinho, pois eu teria que pegar a estrada e dormir um pouco para estar de pé para trabalhar. Ela relutou um pouco, mas concordou. Ela tinha que ir embora, mas nosso tesão era demais.
Chegamos no motel e nem esperamos para ir para o quarto, na escada mesmo nos agarramos e começamos a tirar nossas roupas. Beijos ardentes e minha mão apertando sua bunda, realizando tudo em que dizíamos um para o outro.
Tirei toda a sua roupa ela nua em meus braços. Joguei-a em cima, virei-a e coloquei ela de 4, abri sua bunda com as mãos e comece a chupa-la. Minha língua penetrando sua xana, lambendo seu cuzinho e lambuzando minha cara toda. Sinto ela tremer e ela começa a gemer na minha língua. Com ela de 4 posiciono meu pau para entrar naquela bucetinha. Entro escorregando e vou estocando com força cheio de tesão. Vou perdendo o controle e começo a dar tapas na sua bunda, cada vez mais forte, deixando a marca da minha mão. Ela não aguenta de tesão e goza no meu pau, sinto sua buceta se contraindo e me apertando. Me deito e peço a ela para esfregar sua xotinha pelo meu corpo, espalhando seu mel e seu cheiro pelo meus peitos, barrigas e coxas.
Olho no relógio e o tempo que nos demos já tinha passado. Mas queríamos mais. Comigo deitado ela senta na minha boca e rebola, geme e novamente goza, na minha língua, lambuzando meu rosto. Uma delícia. Eu delirava de tesão. Já não me preocupava com a hora, que voava. Ela sentou no pau e começou a rebolar, subia, descia, esfregava. O tesão era tanto. Meu pau latejava dentro dela, minhas mãos apertando hora seus seios hora sua bunda e os tapas eram cada vez mais fortes a medida que o tesão aumentava. Já não conseguia segurar. Tirei meu pau de dentro da sua xota e dei um banho de porra nos seus peitos. Estava extasiado de tesão e completamente satisfeito.
Mas uma olhada no relógio e 3 e meia da madrugada, para quem precisava estar 8 horas no trabalho eu tinha que pegar a estrada logo. Fui deixa-la na esquina da casa dela, ganhei uma calcinha com o cheiro daquele sexo de presente, e pé na estrada para chegar a tempo.
Fui sentindo o seu perfume no caminho. O cheiro de sexo estava naquele carro, no meu corpo e naquela calcinha vermelha. O caminho foi longo, pois o cansaço bateu. Os últimos quilômetros achei que não chegaria. Mas deu tempo de chegar no hotel tomar um banho para despertar e um café rápido.
Passei o dia inteiro com sono, mas a cara de felicidade não negava que tudo tinha valido a pena.


sábado, 19 de março de 2016


Inicio na faculdade


           Com 19 anos passei no vestibular, empolgação e algumas coisa para resolver. Como a faculdade era em outra cidade fui me cadastrar para pegar o ônibus gratuito. Chegando na secretaria um tumulto só, muita gente e um calor infeliz. Procurei um lugar para aguardar. Próximo um rapaz alto e de cara amarrada. Achei engraçadinho aquela carinha de raiva dele e trocamos olhares. Mas ficou apenas nisso.
                No primeiro dia de aula fico meio perdida para descobrir qual ônibus deveria pegar para voltar, pergunto para um e para outro quando ouço uma voz a me perguntar para onde eu queria ir. Para a minha surpresa era o mesmo rapaz de cara amarrada da secretaria e descobrimos que seria o mesmo ônibus que íamos. Dali em diante começamos a nos conhecer.
                Com o passar dos meses ficamos cada vez mais amigos. Dividíamos lanche, conversávamos sobre o dia a dia da faculdade e íamos sempre juntos no mesmo ônibus. Eu, muito tímida, gostava de sentir que tinha um amigo.
                O tempo foi passando, a intimidade aumentando, e o mais variados assuntos foram rolando nas nossas conversas. E um belo dia o assunto foi sexo. Com as minhas respostas curtas ele acabou mudando de assunto.
                Mas a amizade entre nós crescia e quando ele brincava comigo já sentia um calor diferente.
                Certo dia, muito puta da vida, tomei algumas doses de uísque com ele, e na volta para casa, nós dois já meio alto, ele começa a me provocar. Eu tentava evitar de todas as formas, mas não resistir e dei um beijo naquela boca deliciosa. Um beijo tão intenso que senti minha buceta ficar molhada na hora.
                Desse em dia em diante começamos a ficar, e as nossos beijos iam ficando cada vez mais quentes. Sempre me esfregava, rebolando, para tentar sentir o pau dele duro, porém não conseguia descobrir o tamanho. Em uma noite, indo para a faculdade no ônibus, nos esfregamos tanto um no outro que minha calcinha ficou toda babada, e então decidimos matar aula naquele dia para irmos a um motel.
                Pegamos um táxi e eu nervosa, com vergonha de ele ver meu corpo, por não me considerar “malhada”. Chegamos lá, nos beijamos e ele começa a tirar a minha roupa.
                Ele tira toda a minha roupa e diz:
-Garota, onde você escondia tudo isso? Você é muito gostosa. E que bela bunda, hein?
                Ele começou a passar a mão pelo meu corpo, apalpando a minha bunda e apertando com suas mãos fortes. Ele começa a beijar meu pescoço, me lambendo e descendo sua boca pelo meu colo, brincando com os meus mamilos e descendo pela a minha barriga até chegar na minha bucetinha, que naquele momento estava escorrendo de tanto tesão. Ele começa a me chupar de uma forma divina, como sua língua descobrindo minha vênus.
                Quando estava prestes a gozar na sua boca ele para e fica de pé e me manda ajoelhar. Abre a calça e seu pau pula para fora. Fiquei pasma. Tão grande, grosso e macio que nem nos meus melhores sonhos eu tinha visto aquilo. Não tinha outro jeito senão chupar aquele pau. Lambi e babei como se não houvesse amanhã. Com o pau na minha boca eu fazia questão de olhar em seus olhos e ver ele gemendo a cada lambida.
                Parecia que ele ia gozar na minha boca, mas ele me levantou e me pôs na cama. Confesso que fiquei com medo de não conseguir receber aquele pau e disse:
                -Por favor, seja gentil comigo.
                Ele, muito com a cara mais canalha, me responde:
                -Claro, não farei nada que você não queira, tá?
                Ele foi se ajeitando e enfiando devagarinho, eu sentindo aquele pau me abrindo, mas entrando deslizando, minhas pernas toda aberta, cheia de tesão, fui pedindo por mais. Eu queria todo aquele pau dentro de mim. Pedi por mais e mais e ele foi aumentando o ritmo e estocando cada vez mais forte, sentindo seu pau batendo no fundo da minha buceta. Gritei e ele socou com força. Estava tremendo de prazer.
                Quando ele me vira e me coloca de 4 sinto que não consigo mais segurar meu gozo. Ele dá um tapa na minha bunda e me fode com força. Me levou ao delírio e gozei. Um gozo tão intenso que começou a escorrer, melando seu pau. Eu toda suada, ele me puxa pelos cabelos e me põe de pé, contra a parede, metendo seu pau todo com fúria de macho, apertando meus seios, sentindo seu pau latejar dentro da minha buceta, e mordiscando minha orelha. Eu gozei de novo, tanto gozo que senti escorrendo pelas minhas coxas, melando seu pau e suas bolas.
                Ele deita e me pede para sentar naquela rola dura e tesa, toda lambuzada com meu prazer. Sentei, cavalguei, pulei, queria esfolar aquele pau e mais uma vez gozei como nunca tinha gozado antes. Nós dois pingando suor, ele me tira de cima dele e me faz ajoelhar, olho para aquele pau delicioso latejando e ele goza no meu rosto, me lambuzando toda, aquele gozo grosso escorrendo pelos meus peitos. Vira para mim e diz:
                -Há quanto tempo que eu sonhava com isso! Agora passa a língua no meu pau, vai!
                Eu prontamente atendi seu pedido. Lambi aquele pau cheio de porra quente e não tive dúvidas, engoli aquele leite gostoso.
                Nós dois mortos de cansaço, mas com aquele sorriso bobo de satisfação na cara. Tomamos banho juntos trocando carinho.

                Desse em dia em diante sempre matamos aula juntos.