quarta-feira, 12 de abril de 2017



A NAMORADA DO MEU TIO
                           



                     Tem dias que o tesão é enorme. Quando se tem 15 anos esse tesão enorme não passa. Por mais punheta que se toca, não tem como não ficar de pau duro ao ver uma bela bunda na praia. Os mergulhos são constantes para disfarçar certo “volume” na bermuda. Passamos até por situações vexatórias, quando uma vez em que estava no ônibus lotado e do nada o pau ficou duro roçando no ombro de uma senhorinha. A pica fica dura até vendo a foto do LP da Xuxa. Vergonha.
                Em meio a essa ebulição de hormônios tento levar uma vida normal. Estudos e uma banda de garagem.  Achei que entrando para uma banda iria comer muitas menininhas, mas as garotas da minha idade só querem caras mais velhos, e as que curtem novinho não transam. O jeito é ficar na punheta mesmo.
                Moro com meus pais e meus irmãos. Um apartamento de dois quartos. Um pouco apertado para uma família de 5 pessoas. Mas sempre tiveram mais de 5 pessoas morando na casa. Sempre aparecia uma prima ou um tio para passar um tempo conosco. Por isso no nosso quarto tem uma triliche e a cama da minha irmã. Meu irmão dormia na parte de cima e eu ficava embaixo, deixando a terceira cama vaga para “visitantes”. Sempre dormi embaixo por causa do sonambulismo, então não tive direito de escolha. Bastante gente para um quarto só. Sem nenhuma privacidade. Masturbação, só no banho.
                Um tio do interior veio fazer um curso na capital e trouxe uma “amiga” para passar uns dias. Para conhecer. Ele ia fazer o curso durante a semana e deixou essa amiga lá em casa, só iam se ver no fim de semana. E na noite em que ela foi dormir lá, me coloca um shortinho pequeninho, largo, que não tinha como não ficar excitado. Ela era loira, tinha a minha idade, de minha altura mais ou menos, com uma bunda redonda e deliciosa, uns peitos que deviam sobrar na minha mão e um par de coxas que chamavam atenção. Tudo para deixar o adolescente pirado. Eu deitei na cama e não conseguia dormir. Ela do meu lado, apenas com um lençol cobrindo, dormindo. Minha piroca latejava. Eu virava de um lado e para o outro, “fritava” na cama. O tesão fervia dentro de mim.
                Todos já dormiam e eu nada. Já louco de vontade, perco o controle e começo a passar mão suavemente nas suas coxas. Bem de leve. Sou sonambulo, todos sabem disso. Se ela acordar vou estar dormindo. Nem vou me lembrar de nada. A ousadia aumenta e minha mão escorrega por debaixo do lençol. Sinto sua pele macia na ponta dos meus dedos. Meu cacete até baba. Ela não se mexe. Me sinto mais confiante e mais ousado ainda. Meus dedos entram por baixo do seu short e sinto a sua bunda em minha mão. Ela está deitada de lado e dá uma leve gemida. Fico esperando mais, esperando ela acordar. Mas não. Já estava até babando de tanto tesão. Minha mão escorrega por entre suas pernas. Sinto o calor da sua bucetinha. Meus dedos próxima a virilha. E percebo que a danada está sem calcinha. Puta que pariu, que mulher vai dormir próximo a um adolescente tarado sem calcinha?
                Eu ficava mais tenso e teso à medida que a hora ia passando e eu ia querendo mais. Senti sua bucetinha ficando quente e avancei, comecei a brincar com seu grelinho, que estava ficando duro no meu dedo. Já não me preocupando muito, enterrei meu dedo em sua buceta. Entrou escorregando de tão molhada que ela estava. Ela deu um gemido baixinho e rebolava de leve. A safada estava gostando. Comecei a entrar e sair com 2 dedos dentro da sua xota. Até que senti sua bucetinha contraindo e escorrendo mel. Ela tinha gozado no meu dedo. E dormindo. Ou fingindo que estava dormindo, sei lá. Mesmo sem eu ter gozado, dormi com os dedos no nariz, sentindo o cheiro daquela xota.
                No dia seguinte ela acordou como se nada tivesse acontecido. Será que ela estava realmente dormindo? Tomamos café com todos e ela queria ir para a praia. Meus irmãos não quiseram ir e minha mãe iria fazer o almoço para que eles fossem para a escola. Então só restou eu para leva-la. Coloquei minha bermuda e ela se arrumou, estava enrolada numa canga. As curvas do seu corpo já me arrepiavam.
                Moramos, praticamente, em frente à praia, apenas uma praça separa o prédio do pedaço de areia em frente ao mar. Chegamos na areia e, quando ela tirou a canga para deitar, vi aquele minúsculo pedaço de pano cobrindo sua bunda avantajada. Um biquinizinho enfiado no meio daquele rabo. O cacete endureceu na hora. Sem conseguir disfarçar muito, me desculpei e fui dar um mergulho. A praia estava vazia. Dia de semana e praticamente era só nós dois. Como eu não saía da água ela foi atrás de mim. Chegou na água e me contou do “sonho” que teve na noite anterior, em que acordou toda babada. Disse que estava sonhando com um “amigo” do meu tio em que ela tinha tesão. E que gozou bem gostoso com ele. Não sabia se era verdade ou não esse lance de sonho. Mas, como sou tímido, não iria arriscar. Afinal ela era “amiga” do meu tio, tinha que mostrar algum respeito. Começamos a conversar sobre outros assuntos. Tentei mudar de assunto para ver se o meu tesão passava. Disse que tinha um desafio que fazíamos quando a praia estava cheia. Era nadar a uma certa distância que não daria pé, tirar a bermuda e jogar para o outro amigo longe e sair com o short do outro da água. Brincadeira de criança. Ela me desafiou a fazer o mesmo ali. A danada estava querendo sacanagem. Ela tirou a calcinha e me jogou. Tive que tirar a bermuda e jogar para ela. Mesmo sem ver nada minha piroca pulsava de tanto tesão. Ela vestiu a minha bermuda e foi para a areia rindo. E eu fiquei pelado dentro d’água com a sua calcinha em minha mão. A filha da puta era gostosa. Ela voltou para água e disse que ia me devolver a bermuda se eu deixasse ela passar debaixo das minhas pernas mergulhando. Safada. Abri as pernas e ela mergulhou, passou debaixo das minhas pernas roçando no meu saco e sentindo meu caralho teso. Tirou a bermuda me olhando com a cara de putinha, sorrindo. Dei o seu biquíni ela vestiu e mergulhou novamente, deixando sua bunda fora d´água. Ela estava me provocando.
                Meu irmão apareceu na calçada me chamando. Minha mãe iria sair e eu teria que os levar na escola. Fomos para casa. Tomei um banho e fui levá-los. Ela ficou. Voltei e ela estava almoçando sozinha. Com um shortinho branco apertado. E uma calcinha minúscula e um top preto, com um decote generoso. Estava uma delícia aquela cadelinha. Comi e fui ajudar com os pratos. Uma cozinha pequena que não tinha como não nos esbarrar. E ela fazia tudo para esfregar aquela bunda no meu pau. Que a essa altura já estava latejando. Só nós dois na casa. Coloquei um filme para assistirmos. Deitados no chão da sala para assistir a TV. Agora o tesão já tinha subido a cabeça. Não tinha mais respeito pelo meu tio e nem timidez que me impedisse. Minha piroca pulava e queria entrar naquela xana.
                Não resisti e beijei sua boca, com minha mão nos seus seios, apertando, sentindo seus seios macios escapando pelos meus dedos. Um beijo cheio de tesão, descontrolado. Beijava sua boca e seu pescoço. Tanto descontrole que ela pediu cuidado para não a marcar, pois meu tio não podia ver. Abri seu short e fui tirando com desejo. A visão de sua calcinha me encheu com ainda mais tesão. Nem quis tirar. Afastei um pouco e fui logo beijando aquele grelinho duro. Sua xota já estava toda melada. O perfume que sua buceta exalava era divino. Estava maluco. Chupei aquela xota como se a fosse engolir. Sugava seu mel, e ela gemia a cada lambida. Minha língua entrava e saía com furor de dentro da sua xota. Ela gemia igual uma cadela no cio, segura a minha cabeça com as mãos, me aperta com suas coxas e goza na minha boca. Me lambuzando por inteiro com um esguicho quente. Cheguei a me assustar, nunca tinha visto uma buceta gozando daquele jeito.
                Em uma habilidade sem igual, ela me vira, tira a minha bermuda e cai de boca no meu pau. Mama minha rola com muita desenvoltura. Colocando em sua garganta, engasgando, babando e sufocando. Que boquete sensacional. Minha piroca pulsava dentro da sua boca. Ela tira meu pau da sua boca, encaixa a sua buceta e senta com vontade. Quicando sem parar. Louca de tesão. Pulava e gritava. Minha piroca entrava deslizando. Eu apertava seus seios e empurrava para dentro da sua buceta. Sinto sua buceta apertando meu pau, contraindo. E goza mais uma vez na minha rola. Queria gozar. Queria encher ela de leite. Sem sair de cima de mim, ela coloca meu pau na portinha do seu rabo. E vai descendo com cuidado. Puta que pariu, meu primeiro cu. Ela desce, gemendo, e pede para eu a xingar e dar tapas na sua carinha de puta. Pedido feito, pedido aceito. Dou tapas no seu rosto chamando-a de vadia. Ela sobe e desce com o cuzinho no meu pau. Meu caralho lateja dentro da sua bunda. Vou gozar. Vou te encher de porra, puta safada.
                Gozei muito, muita porra dentro daquele rabo delicioso. Que cuzinho, que buceta, que boca. Os dois suados e estirados no chão da sala. Fomos tomar um banho, aquele corpo delicioso e eu ensaboando aquilo tudo. A pica fica dura novamente, viro ela de costa e enterro meu pau na sua xota. A água do chuveiro sobre nós e eu puxando seus cabelos e dando tapas naquela bunda. Enterro com força, sem parar. Cada vez mais forte, mais rápido. Um tesão do caralho. Eu urro de tesão. Meus dedos cravam em sua cintura. Ela geme e sinto suas pernas tremerem. Gozamos juntos.

                Que foda deliciosa. Nos vestimos e fui buscar meus irmãos na escola. A noite meu tio foi para lá. A gente se falava como se nada tivesse acontecido. Mas eu fiquei com vontade de repetir, mas não tive outra oportunidade. Mas quem sabe num futuro próximo.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017



Fases



Uma fase turbulenta pairou na minha cabeça. As coisas aconteceram como em uma avalanche. A perda de pessoas queridas, uma crise financeira que parece sem fim e um trabalho que me isola de tudo.  Coisas que acabaram me fechando em mim mesmo. Se eu já era um enigma me transformei numa incógnita.
Isso só fez me afastar da única pessoa que me importava, a única pessoa que me fazia bem. E eu não pude culpá-la pelo que ela pensava de mim. Sempre me acusando de tê-la abandonado, de tê-la deixado de lado, de não me importar com o nosso relacionamento.
Ela é uma pessoa que sempre me fez bem. Sempre me fazia esquecer tudo. Sua boca me fazia viajar para longe e suas coxas me enchiam de um tesão alucinante. Éramos íntimos, cúmplices, e meu afastamento, minha reclusão, afetou muito nossa relação. O que era gostoso se transformou em troca de acusações e tentativas de ferir um ao outro. Sentia que não a fazia mais bem.
Já não aguentava mais aquela situação e resolvi ligar para desabafar, para contar tudo que tinha se passado nos últimos meses. Quando ela atendeu a ligação meu coração disparou. O som da sua voz me fez arrepiar. Não tive reação. Tentei falar, mas a voz teimava em não sair. Quando conseguir falar, minha voz tremia assim como minhas mãos. Como eu sentia falta daquela voz, como minha fazia bem. Parecia um adolescente ao falar com ela e despejei tudo que tinha passado na minha vida nos últimos meses. Choramos, sorrimos e sentimos o mesmo tesão de sempre. E eu queria mais. Queria poder sentir sua pele em minhas mãos, queria minha boca na sua boca, queria meu pau melado pela sua bucetinha. E resolvi que iria vê-la naquela noite ainda.
Coloquei uma calça e uma camiseta, peguei o carro e saí. Não me importava à hora que fosse chegar, mas eu precisava tê-la nos meus braços naquela noite.
Toquei a campainha de sua porta e esperei. Ela demorou um pouco para abrir a porta. Já estava ansioso. Me observou pelo olho mágico e abriu a porta sobressaltada. Ela estava linda como sempre. Seus cabelos pretos embaraçados, seus lábios carnudos, o seu corpo enrolado no lençol, uma visão que me tirava do sério.
- Oi – disse à ela num tom meio sem graça;
- Não sei porquê, mas eu sabia que você vinha;
- Então está vestida para me esperar?
                Ela sorriu, um sorriso lindo e eu não resisti e a puxei contra o meu corpo. Beijei sua boca com saudade, com desespero, como se fosse a última coisa a fazer na vida. Minha mão aperta sua bunda, puxando seu quadril contra a minha pélvis. O lençol cai descobrindo seu corpo delicioso. Ela estava apenas com um short de malha cinza. Não conseguia desgrudar minha boca da sua e minhas mãos subiam de sua bunda para os seus seios. Eu acariciava e apertava com desejo. A textura da pele dos seus seios me fazia ter espasmos de tesão. Meu pau pulsava dentro da calça, como querendo ser libertado de uma prisão. Mordo seu pescoço e desço minha boca pelo seu colo, lambendo e molhando seu corpo com minha saliva. Chupo seus peitos com fome, abocanho todo em minha boca lambendo seus mamilos, dando leves mordidinhas. Ela se arrepia e geme baixinho. Segura minha cabeça pelos cabelos puxando minha boca contra seus seios. Eu queria devorá-la.
Sem parar de nos beijar, vou levando-a até a cama. Deito-a e vou beijando sua barriga, descendo. Passo a língua no seu umbigo e tiro seu short. Que saudade daquela bucetinha linda. Toda delicada. Não tinha como não chupar. Sinto o perfume de sua xota e caio de boca naquele grelinho delicioso. Minha boca fica logo lambuzada com sua buceta. Ela estava muito melada. O seu sabor delicioso. E quente. Minha língua brinca com seu grelo. Sugo e chupo todo seu mel, penetro minha língua o mais fundo que eu posso em sua xotinha enquanto ela rebola desesperada na minha boca, esfregando e me babando todo. Sem parar aumento a intensidade, ela treme. Enquanto minha língua penetra sua xota, meus dedos brincam com seu grelo, friccionando freneticamente, louco para que ela explodisse em gozo na minha boca. Louco para sentir o seu gosto. Ela geme, grita e aperta minha cabeça com as coxas. Ela goza. Ela goza muito em minha boca. E eu sorvo todo o seu caldinho.
Ela relaxa e eu beijo sua boca com gosto da sua bucetinha. Tiro minha calça, minha piroca latejando. Ela deita de lado e eu encaixo meu pau na sua bucetinha, entrando deslizando para dentro dela. Ficamos assim. Deitados de conchinha, eu segurando seu seio e mordendo sua nuca e ela rebolando lentamente com meu pau todo dentro dela. Vou empurrando devagar, meus dedos brincando com seu mamilo e meu caralho duro entrando e saindo. O tesão cresce e a velocidade aumenta. Ela rebola com mais intensidade. Meu pau pulsa dentro da sua bucetinha, não aguento de tanto tesão. Ela geme mais alto. Sua xota aperta meu cacete, contraindo com força. Um jato de porra inunda sua buceta. Eu urro de tanto tesão. Gozamos juntos pela primeira vez. E adormeço dentro dela.
Acordo muito cedo para ir para o trabalho, beijo sua testa para não desperta-la e deixo um bilhete que diz: “Não sei o que o futuro nos reserva... mas quero você mesmo no presente. Te amo”

sexta-feira, 21 de outubro de 2016


FOGO E PAIXÃO 








                Uma paixão que ficou marcada. É assim que penso nela. Nunca esqueci do sabor da sua boca, apesar de tanto tempo sem vê-la. Tenho uma vontade enorme de voltar a abraçar aquele corpo delicioso, de beijar aquele biquinho (os biquinhos: Sua boca e seus mamilos). Quantas noites passei em claro desejando passear minha língua pelo seu grelinho, pequeno e delicioso. Ela sempre estava nos meus pensamentos.
            Tivemos nossos momentos, uma loucura que não passava. Muito tesão envolvido e intimidade. Mas, como no show humorístico famoso, a vida é uma caixinha de surpresa e, por ocasião do destino, fomos separados. Ela foi para longe e eu não pude acompanhá-la. E assim a história de “Fogo e paixão” se apagou.
                Depois de muito tempo sem falar com ela, encontrei-a naquela rede social maluca. A afinidade de sempre, apesar de certo distanciamento por causa do tempo. Mas o tesão que ela me proporciona sempre gritou entre nós. Percebi que o desejo nunca tinha passado, além do carinho e da preocupação que sempre existiu entre nós. Eu precisava vê-la de novo. Eu já não aguentava mais tanta saudade e vontade dela. Mas minha “agenda” não me ajudava.
                Mas o destino nos prega peças, às vezes atrapalha e às vezes nos ajuda e muito. Fui designado para uma missão de 3 meses fora. E, por uma incrível coincidência, na mesma cidade em que ela estava morando. Não podia acreditar naquela notícia. Era um presente dos Deuses. A felicidade explodia no meu peito. Guardei essa informação para mim e não contei nada para ela. Seria uma surpresa.
                   Já não aguentava a ansiedade e contava os dias. As malas já estavam arrumadas semanas antes de embarcar. Me sentia um menino na véspera de natal. A expectativa crescia a cada dia.
                   No dia do voo, cheguei cedo ao aeroporto. Mandei uma mensagem pedindo seu endereço, com o pretexto de mandar um livro. Anotado o endereço, embarco no avião, desligo o celular e sonho com o encontro. Me bate um medo de como seria a sua recepção, não sabia se a chama ia se acender como antigamente ou se seria um tratamento mais morno. Bateu um frio na espinha. A aeronave pousa e minhas pernas tremem.
                Peço um táxi e vou ao hotel deixar as malas. Tomo um banho e vou direto para a sua casa. Já era noite. O coração dispara quando toco a campainha. E quando ela abre a porta os dois ficam sem reação.
                            - Oi, Biquinho (era como eu a chamava); consigo dizer
                 Ela, sem entender direito, só me diz “Oi”
               Não sei se era a reação que eu esperava, não sei se fiz certo. Mas depois de alguns segundos, que pareceram horas, ela pula em meu pescoço e me abraça tão apertado que parecia que não queria me soltar mais. Eu digo em seu ouvido:
                            - Estava morrendo de saudades.
                            - Eu também, já tinha certeza que nunca mais íamos nos ver. Preferia não ter ilusões de te encontrar mais. Mas é ótimo ter você aqui.
               Aquilo me acende um sinal amarelo. Acho que não fiz bem em chegar sem avisar. Ela me pede para entrar e me oferece algo para beber. Naquele momento minha boca estava seca, e só precisava mesmo de um copo d’água. Sentamos no sofá, próximos e, fui explicando o que estava fazendo ali. Ela ficou intrigada com a coincidência e me contou dos seus dias lá. Apesar de ter voltado a nos falar pela rede social, ela não tinha me contado tudo. Tinha conhecido uma pessoa e, apesar de não estarem namorando, estavam se conhecendo. Disse que pensou muito em mim, mas não podia ficar me esperando. Realmente ela tinha razão.
             Voltei para o hotel naquela noite cabisbaixo, mas pelo menos matei a saudade de vê-la. Foram horas de conversa e risadas, mas nada mais do que isso.
                No dia seguinte me apresentei ao trabalho, tudo muito puxado e rigoroso. Mal tive tempo de ver as minhas mensagens particulares. No término do expediente é que consigo visualizar e ler algumas. E uma, bem importante, mensagem dela. Me pediu desculpas pela noite anterior, mas não queria que nos afastássemos por causa disso. E me convidou para beber alguma coisa em um bar e me apresentar seu “pretendente”. Eu teria que ter muito sangue frio para isso, mas tive que mostrar maturidade e aceitei.
                Cheguei no bar primeiro que eles e pedi logo um Chopp. Vejo os dois chegarem de mãos dadas. Ela me apresenta ele, médico, bem-apessoado e com o posicionamento político igual o dela. Não tenho chance nenhuma, penso. Batemos um papo bem descontraído e eu aproveitei para beber mesmo. Voltei para o hotel de porre.
               Nos dias seguintes nos falamos apenas por mensagens. Até que no fim de semana ela me convida para jantar na casa dela. Ela iria preparar a janta, mas seu “pretendente”, como ela costumava dizer, iria também. Já não estava suportando a situação. Disse que talvez não iria e fui sincero. Não me fazia bem vê-la com outra pessoa. Ela entendeu e insistiu que eu fosse mesmo assim. Disse que não chamaria o namorado então. Aceitei, relutante, no fim das contas.
                 Cheguei em sua casa e o jantar já estava pronto. Sentei à mesa e ela me serviu um vinho. A comida deliciosa, um bom papo, e a bebida destravando minha língua.
                           - Biquinho, eu não posso ficar te encontrando. Você sabe o que eu sinto. Não é justo.
                          - Marcelo, cala a boca. Eu te amo e você sabe disso. Sabe que não temos perspectiva de ficarmos juntos, por isso que cada um tem que seguir seu caminho. Mas essa noite vamos esquecer o mundo lá fora. 
                Ela levanta e vem em minha direção, segura o meu rosto e me beija com tanta paixão, tanta saudade. Sua boca gruda na minha e eu não quero que aquele momento passe. Ela me beija e agarra os meus cabelos. Aliso suas coxas, sentindo aquela pele que tanto me faz bem. Ela para de me beijar e eu puxo seu corpo em minha direção, mordo sua barriga por cima do vestido e vou subindo. Mordendo cada pedaço do seu corpo. Passo pelos seus seios e os abocanho, ainda sem tirar sua roupa e, continuo a subir com a boca. Minha mão aperta sua bunda. Seu corpo está colado ao meu. Mordo seu pescoço. Sentir o seu calor me faz arder de desejo. Beijo sua boca e vou tirando a alça do seu vestido. Expondo o seu seio delicioso. Eu não resisto e vou logo lambendo seu mamilo que imediatamente endurece na minha língua. Babo seu seio de tanto lamber, chupar, mordiscar. Seguro um em cada mão e chupo com vontade, mamando cheio de tesão. Meu pau endurece e pulsa dentro da calça. Ela sente o volume com a mão e aperta e me diz: -Que saudade, estou louca de vontade de beijar esse caralho delicioso; e começa abrindo minha calça com destreza. Tiro minha camisa e ela vai descendo sua boca pelo meu peito e minha barriga, abaixa minha calça e me deixa só de cueca. Se ajoelha e morde meu pau por cima do tecido. Quando ela tira a peça, minha piroca salta na sua frente, babando, e ela não perde tempo e lambe a cabeça da rola, limpando toda a baba. Solto um gemido ao sentir sua língua e seguro sua cabeça pelos cabelos. Chego a estremecer. Meu pau lateja e ela abocanha com prazer. Chupa e lambe com maestria. Engole todo, deixando meu caralho com sua saliva. Tira da boca e punheta e chupa as minhas bolas. Chego a tremer de tanto tesão. Eu, já com muito tesão, me segurava para não gozar.
                 Eu a levanto e beijo sua boca. Retiro o seu vestido descobrindo aquele corpo lindo que eu amo. Um beijo cheio de vontade, com nossas línguas se encontrando. Beijo seu pescoço e vou contando as pintas do seu colo com a língua. Passo a língua no seu mamilo e continuo descendo pela sua barriga. Faço um rastro de saliva pelo seu corpo brincando com seu umbigo. Volto subindo fazendo o mesmo caminho com a boca e paro em seus lábios. Sorvendo sua boca, e vou empurrando ela em direção ao sofá. Ela senta, eu me ajoelho na frente dela, abro suas pernas e vou beijando o interior das suas coxas, começando do joelho em direção a sua bucetinha linda. Sinto o cheiro daquela xotinha, deliro, me delicio. Vou me aproximando e ela gemendo a cada centímetro que minha língua se aproxima de sua buceta. Beijos os lábios de sua vagina e começo a chupar carinhosamente. Sua xota úmida vai melando minha boca. Adoro o gosto que seu mel tem. Sugo com vontade, vorazmente, com minhas mãos agarradas as suas coxas, que apertam minha cabeça a cada movimento de minha boca. Penetro minha língua fundo, sentindo o seu sabor por completo. Esfrego o meu rosto em sua buceta, lambuzando minha cara toda com sua xota cada vez mais melada. O seu cheiro fica na minha barba malfeita. Me levanto, com o rosto molhado com a sua baba e seu cheiro. Minha pica latejando de tanto tesão e uma imensa vontade de sentir sua xota esquentando meu caralho. Ela me beija e sente o seu gosto em minha boca. Sem aguentar mais de vontade ela implora:
                            - Vem, me fode, soca esse caralho na minha buceta. Me rasga, me possua.
                Eu, bem obediente, atendo os seus pedidos. Passo a cabeça do meu pau no seu grelo, ela geme e se contorce. Coloco meu pau na entrada da sua xota e vou empurrando devagar. Ela geme. Enterro minha piroca toda de uma vez, com força, com vontade. Vou socando sem parar. Seguro suas pernas com meus braços, mordo sua coxa enquanto soco com tesão. Um tesão sem igual.  Sem parar, indo e vindo num frenético vai e vem. Sinto sua buceta se contrair, apertando meu pau. Ela para e treme. Sinto sua xota inundar, me melando todo. Ela goza. Me puxa contra o seu corpo e me beija. Fico dentro dela, assim, abraçados. E meu pau pulsando dentro dela.
                   Ela se levanta, fica de 4, olha para mim e diz:
                            - Quero que você me inunde. Estou louca de vontade de sentir sua porra invadindo minha bunda.
             Fico louco ao ver aquele rabo empinado, de quatro. Aquele cuzinho pronto para ser devorado. Abro bem sua bunda e lambo seu cuzinho. Deixando ele todo babado com minha saliva. Enfio meu pau na sua xota, para deixar ele bem lubrificado. Posiciono minha piroca na porta do seu cuzinho e vou empurrando devagar. Ela geme alto. Seguro sua bunda e vou entrando lentamente, mas com firmeza. Meu pau está teso, duro, um tesão sem fim percorre o meu corpo. E meu pau vai entrando, cada vez mais. Ela grita. E minha rola entra todo. Sua bunda engole meu caralho todo. Meu pau lateja dentro do seu cu. E começo a entrar e sair. Já nem consigo me controlar. Dou tapas na sua bunda, deixando sua raba vermelha. Puxo seus cabelos. Vou cavalgando aquela potranca. Que bunda. Ela rebola no meu caralho, gemendo e pedindo mais. Soco com vontade, com força, com tesão. Minhas bolas batem na sua xota, melando meu saco com sua buceta molhada. Seu grelo fica duro, cheio de tesão. Meu pau lateja, pulsa, dentro do seu cuzinho. Não aguento mais, vou ter que gozar dentro daquele rabo. Aperto sua bunda com força. Urro e inundo seu cuzinho com minha porra quente. Minhas pernas chegam a tremer.
                Deito ao seu lado, já sem forças. Dividindo o seu sofá. Ela deita no meu peito e dormimos assim, nus, esgotados e com o cheiro daquela noite deliciosa de sexo.
                Acordo de madrugada e a vejo na janela, falando ao telefone. Não quero incomodá-la e vou ao banheiro tomar um banho. Ela chega de mansinho e me abraça por trás. Só pergunto quem era ao celular e ela me responde:
                               - Só estava fazendo o que eu tinha que fazer. 
                E depois desse dia só voltei ao hotel para pegar as minhas malas e fechar a estadia. Já estou tentando um jeito de ficar muito tempo por aqui.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

CONTOS DA FEMME


Um ÓTIMO blog e uma delicia de conto da minha amiga Nindja Femme. Vale a pena clicar no link

https://contosdafemme.blogspot.com.br/2016/09/surpresa.html

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

RECONCILIAÇÃO



              A relação estava balançada. O ciúme só aumentava, ainda mais, com a distância, que não era pouca. A cada conversa, o estranhamento, as agressões. Aquele fogo, aquele calor todo, parecia diminuir. Mas ainda não conseguia parar de pensar naquela boca que me causa tesão. Seu olhar na foto, na cabeceira da minha cama, parecia sorrir para mim. E eu quero aquele momento de novo.
            A gente sempre foi um casal “fogoso”, não na frente das outras pessoas, mas sim quando estávamos a sós. Não havia nada que segurasse o desejo de ambos. As bocas se procuravam, pareciam ter vida própria e não havia como se resistirem. Lábios mordidos, línguas e saliva. Nossos corpos sempre se arrepiavam ao menor toque. A vontade de arrancar a roupa sempre aumentava quando estávamos próximos um do outro. Um calor quase que incontrolável.
            Seria tudo perfeito e maravilhoso se não fosse um único problema: A distância. Moramos em lugares diferentes e distantes, e, ainda por cima, meu trabalho não colabora em nada para nos encontrarmos. E toda distância gera um ciúme que corrói. A imaginação voa e nos faz sofrer, às vezes sem motivo.
            Numa viagem à trabalho tive, ainda mais, dificuldade de comunicação. Sem as ferramentas atuais que usamos para “matar” a saudade, ficava mais difícil o controle desse ciúme. Ela me cobrava por coisas que imaginava acontecer. E eu ficava com o coração apertado só de pensar nela sozinha longe de mim. E, devido ao trabalho, não tínhamos perspectivas de nos encontrar.
            Em um certo dia, após mais um desentendimento durante as nossas poucas conversas, e muitos meses longe, decido que não posso mais ficar longe. Eu tinha uma obra grande para entregar no serviço, mas não tinha mais como ficar sem ela. No meio do expediente aviso ao meu chefe que terei que retornar para casa pois precisava resolver “assuntos particulares” e em 3 dias eu voltaria. A pressa era tanta que fui com o macacão de trabalho, nem peguei as minhas coisas no armário, apenas a carteira e estrada. Comprei a passagem sem pensar muito (passagens são sempre mais caras quando compradas em cima da hora) e fui direto para o aeroporto. Entrei no avião com a roupa do corpo e enfrentei algumas cansativas horas até a sua cidade. Mas a saudade e a vontade eram grandes.
            Ela nunca aceitava minhas declarações, sempre duvidava dos meus sentimentos, dizia que era coisa da distância, da saudade, do “tesão não saciado”. Mas a verdade é que eu estava completamente apaixonado e cada dia que passava eu gostava mais e mais. Um amor que crescia cada vez mais. E essas nossas brigas acabavam me deixando triste, desmotivado. Pensava que o que sentia não era suficiente para ela.
            O avião chega de manhã cedo e pousa na pista do aeroporto, meu coração batia acelerado. Não avisei nada que ia vir. E, durante a viagem, é que me dei conta do papelão que estava passando com aquele macacão de trabalho. Não tinha bagagem nenhuma e então saí e fui direto pegar um táxi. Direto para o seu apartamento.
            Estava tão ansioso, tão nervoso, que parecia a primeira vez. Chego em frente à sua porta, aperto a campainha e espero. Escuto passos suaves atrás da porta. Sinto ela observando pelo olho mágico e abre a porta rápido
                        - Cachorro!!! -Ela diz em espanto.
            Ela estava com uma camisa grande, de dormir, descabelada, mas toda linda. Eu só consigo dizer oi e a abraço, lhe beijando sôfrego com minhas mãos segurando seus cabelos pela nuca e puxando sua boca contra a minha. Ela para de me beijar e me olha, seu olhar de surpresa e alegria, como não acreditar de eu estar ali.
                        - Que loucura é essa? O que você está fazendo aqui?
                        - Eu não estava aguentando mais tanta saudade. E nossas últimas brigas me deixou um medo enorme de te perder.
            Me beija a boca com mais vontade, mordendo meus lábios com tanta força que chega a sangrar. E sua boca desce ao meu pescoço, onde crava os dentes. Minhas mãos apertam sua bunda deliciosa. Sinto sua boca no meu pescoço e chego a arrepiar. Vou tirando sua camisa e vejo aquele corpo delicioso que eu adoro e minha boca vai de encontro aos seus seios. Minha língua brinca com seu mamilo, lambo, mordisco e puxo com a boca. Sinto ele endurecer na minha língua e abocanho seu peito vorazmente.
            Quando ela vai tirar a minha roupa é que ela percebe que estou de macacão.
                        - O que é isso? Por que está vestido assim? Roupa de trabalho?
                        - Amor, eu vim direto do trabalho para cá.
            Abre meu macacão e vai beijando meu peito e descendo a língua pela a minha barriga. Tira todo o meu uniforme e me deixa de cueca. O meu pau já estava pulsando. Cheio de tesão. Ela fica de joelhos e tira a cueca, meu pau salta no seu rosto. E carinhosamente ele beija a cabeça do meu pau.
                        - Estava morrendo de saudades do meu amigo.
            E começa a chupar, prendendo a cabeça do meu pau entre os dentes e me olhando, com a cara mais safada que ela tinha guardada. Isso aumento o meu tesão e meu pau fica cada vez mais duro dentro da sua boca. Vou gemendo toda vez que ela suga meu caralho, deixando ele todo babado. Chupando com vontade. Seguro sua cabeça pelos cabelos e começo a gemer. Ela vai chupando cada vez mais rápido, com uma volúpia, uma fome. Sinto meu corpo estremecer e não consigo segurar e gozo dentro da sua boquinha, urrando de tesão. Ela se levanta, abra a boca para me mostrar que engoliu tudo e me beija, cheia de tesão. Eu fico com as pernas bambas ali.
                        - Vem, amor. Entre. Você precisa de um banho.
            Realmente não cheguei a entrar mesmo, ela só fechou a porta e nos agarramos ali mesmo. Ela me pega pela mão e vai me puxando para o banheiro. E eu fico só olhando aquela bunda com aquela calcinha pequenininha.
            Ela abre o chuveiro e vai buscar uma toalha para mim. E quando volta, já está nua.
                        - Hoje eu que vou te dar banho.
            E pega o sabonete e vai passando pelo meu corpo. Esfregando meus peitos, minhas coxas, minha bunda e atenção especial ao meu pau. Eu aproveito e passo sabonete nela também, massageando seus seios e sua bunda. Aquela esfregação já estava me deixando louco. Já não aguentando mais, desligo o chuveiro e levo ela para a cama. Nós dois muito molhados, mas nem ligamos para isso. Eu a deito e abro suas pernas e começo a chupar sua bucetinha, minha boca sedenta suga sua xotinha com furor, minha língua brinca com seu grelo, e sinto ele ficando durinho na minha boca. Sua buceta umedece rapidamente, vou lambendo, sugando com tesão. Sua xota mela minha barba por fazer, me deixando com o seu cheiro. Saboreio cada gota do seu mel. Lambo, bebo e babo sua bucetinha. Ela se contorce, geme baixinho e suas coxas apertam minha cabeça, como se não quisesse que eu saísse dali. Sinto ela se estremecer, suas pernas me apertarem ainda mais e ela goza deliciosamente na minha boca. Tanto tesão que chega a escorrer. Minha língua lambe ainda com mais vontade. Sorvendo todo o seu gozo.
            Meu pau já estava pulando de tanto tesão ao sentir aquela xota molhada. Ela se vira de bruços, como se fosse dormir. Eu deito por cima dela e meu pau penetra na sua xota, deslizando, entrando suavemente. Fico assim, parado, dentro dela. Mordendo sua nuca. Vou começando a fazer movimentos de vai e vem lentos. Sentindo minha piroca entrar toda dentro dela. Vou aumentando o ritmo aos poucos. Sua buceta, muito molhada, engole minha rola toda. Aqueles barulhinhos de sexo toda vez que meu pau entrava mais forte. Aumentando a pressão e a força. Socando meu caralho todo dentro daquela bucetinha melada. Beijo sua boca e aperto seu seio com a mão. Vou entrando cada vez mais forte. Ela vai rebolando embaixo de mim, gemendo. Meu cacete vai ficando cada vez mais teso dentro dela. E sua xota lambuza todo o meu pau. Ela me beija cheia de tesão e me aperta dentro dela. Sua buceta, com fome, se contrai. Meu pau lateja cheio de tesão. Ela geme alto e eu mais uma vez urro e jorro meu leite quente todo dentro dela. E dentro dela adormeço.
            Acordo com cheiro de comida dentro do apartamento. Ela preparando um almoço totalmente nua. Uma bela visão. E me apaixono ainda mais.
            Chego eu seu ouvido e digo:
                        - Eu Te Amo. Não quero ficar, nunca mais, longe de você.

                

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

A BAIANINHA
Por @SexStarman





Era uma sexta-feira, volta do trabalho, trecho Macaé-Rio.
Entrei no ônibus da 1001, um calor infernal, ônibus cheio.
Sentei na poltrona que minha passagem indicava: 32, corredor.
O acento ao lado continuava vazio e eu torcendo para que continuasse assim.
De repente entra no ônibus um malandro, com uns fones de ouvidos maior que a cabeça dele, vem se deslocando pelo corredor até parar ao meu lado:
- “Licença!”
Sentou, com uma pequena mochila no colo, e um som irritante que vinha dos fones:
- “Tss, Tss, Tss, Tss......”
Olhei ao redor para ver se havia outro lugar vazio, para que eu pudesse trocar, e avistei uma poltrona vazia, também no corredor, umas duas fileiras mais atrás.
“- Quando essa porra andar vou sentar lá!” Pensei eu.
Mal o ônibus saia da rodoviária eu já me levantava em direção ao lugar vazio.
Do lugar onde eu estava não conseguia ver quem estava sentado ao lado, mas quando cheguei perto, me deparei com uma gatinha, com um shortinho jeans que deixava à mostra seu belo par de coxas morenas, uma blusinha branca cobrindo seus peitinhos bicudos, salientes  mesmo sob o sutiã. Chapéu e óculos escuros grandes, davam o acabamento no visual e combinavam com a sua boca carnuda vermelha.
- “Se importa?” - Solicitei seu consentimento para me sentar na poltrona ao lado.
Ela não falou nada, apenas balançou a cabeça e sorriu.
Sentei, puxei assunto tentando justificar a troca de lugar, em função do incômodo ruído do meu antigo vizinho. Dali em diante a conversa com Marisa não parou mais. Apesar da timidez aparente, que dava um charme a mais na minha nova amiga, o papo fluía numa boa, até que num certo momento começamos a mostrar fotos nos celulares, filhos, lugares, situações, etc. De repente ela mostra uma foto, mas muda rapidamente. Era um retrato em que ela estava de biquíni. Pequeno, bem pequeno. Pedi pra ela pra voltar a foto, cheia de vergonha ela reluta, mas acaba voltando. Depois mostra outras. Uma delícia! São fotos em uma praia, ela deitada de bruços, com aquela rabeta tomando conta de toda foto.
- Cara! Você está muito bem hein! Que corpaço!! Muito gata! Elogio ela (Já com um volume crescendo nas calças)
- Ai que vergonha! – Diz ela toda envergonhada.
Neste momento só tenho um pensamento na cabeça:
- “Tenho que comer essa mulher!”
Eu tinha um hotel marcado no rio, ia pernoitar na cidade maravilhosa e viajaria no outro dia para Porto Alegre. Precisava dar um jeito de levar ela pra passar a noite comigo.
Da parte dela, estava indo pro Rio, para a casa de uma amiga. Passaria o final de semana lá e na segunda ia atrás de uns papéis no seu antigo emprego, para dar entrada no seguro desemprego.
Eu não conseguia pensar em nada diferente de um convite direto tipo:
“- Não tá a fim de dormir comigo pra eu poder te comer todinha??”
Claro que não fiz essa proposta, pois poderia por tudo a perder.
Durante a viagem ela tentou várias vezes fazer contato com a tal amiga, mas só dava “fora de área”. Ela morava no Vidigal, na zona Sul. Quem chega ao Rio de Janeiro Sexta-feira, final de tarde sabe como é o trânsito. A situação já é caótica normalmente, e um acidente envolvendo seis carros agravou a situação, atrasando a viagem em quase duas horas.
Tudo conspirava a meu favor. Anoitecia, a amiga não atendia o telefone, Marisa se mostrava meio nervosa. Foi a minha deixa:
- Olha só, estou indo para um hotel em Botafogo. Se você quiser pode ficar lá também. A gente deixa a bagagem, saímos pra jantar alguma coisa e amanhã você vai com segurança pra casa de sua amiga. É um hotel bacana! Se quiser pode até ficar no mesmo quarto a cama é bem grande! Falei em tom de “brincadeira-séria”. Ela riu meio sem graça, mas aceitou.
Quando voltamos da janta, ela foi tomar banho. Continuava meio tímida, fechada. Voltou do banho, com uma blusinha regata, coladinha (agora sem sutiã) e um shortinho bem mais minúsculo. Rapidamente se deitou e se cobriu.
Logo pensei:
-“Vai ser jogo duro”.
Eu fui tomar meu banho tentando bolar alguma coisa para “dar o bote”.
Quando eu saí do banho, ela estava na mesma posição. Coberta com o edredom.
Disse à ela:
- Você vai me desculpar, mas sou acostumado a dormir só de cueca tá?
Ela não falou nada. Mas quando deitei ao lado dela, veio a surpresa. Ela me chamou pra perto e disse:
“É que eu sou acostumada a dormir pelada!” – revelando seu corpo todo nu.
Eu mal podia acreditar. Vendo aquele “parque de diversões” todo ao meu dispor.
Imediatamente meu pau levantou, quase querendo rasgar a cueca. Admirando aquele corpo mignon, moreno, com as marcas do minúsculo biquíni das fotos, os seios médios, já não tão durinhos nem por isso, menos apetitosos. Sua bucetinha raspadinha, deliciosa e quente, já sentindo a minha aproximação, encharcava-se de tesão.
Beijos calientes e molhados incendiavam cada vez mais toda a situação. Enquanto minha mão percorria as curvas da sua bunda avantajada, passava pelas suas deliciosas coxas torneadas, fazendo a volta e encontrando a sua vulva volumosa, uma boceta grande que enchia uma mão. Beijando e sugando seus mamilos, com os dedos esfregando o seu clitóris, sentia a respiração dela aumentar e já ouvia seu gemidinhos, ela realmente estava muito a fim daquela foda, e eu louco para cravar meu pau naquela bucetinha.
Ela então abriu as pernas e pude perceber que a coisa era melhor ainda, seu grelinho duro de prazer, os lábios da sua boceta já se abrindo, indicavam que ela queria um caralho entrando com tudo. Entrou deliciosamente como se já fosse um velho conhecido. Conseguia sentir o calor da sua xana esquentando meu pau. Levantei suas pernas pra cima e enterrava com vontade. Ela delirava de prazer, seus gemidos aumentavam.
- Vai gostosa! Pode gemer! Pode gemer alto que nem uma cachorra! Vai que eu adoro te ouvir gemer! – eu provocava ela.
Ai safado! Tu tá me deixando louca!! Ai...ai...huuuu
Eu tirava e colocava meu pau, entrava facilmente naquela boceta já arrombada. Não resisti (nunca resisto) a umas chupadas naquele clitóris gostoso. Era maior dos que os que eu já tinha visto. Fiquei lambendo, seus lábios, passando a língua e mordiscando até ela gozar na minha boca.
Ela, obviamente veio me retribuir o prazer. Fiquei em pé ao lado da cama, ela de joelhos me chupando com maestria, segurava meu pau com uma mão, enquanto acariciava minhas bolas com a outra. Botava tudo dentro da boca, e movimentava a cabeça com força. Depois botou as duas mãos na minha bunda, fazendo com que eu realmente fodesse sua boca, até a garganta. Uma coisa de louco. Não bastasse isso, ela ainda ficava me olhando com a melhor cara de puta, aquelas que enlouquecem qualquer sujeito.
Quando senti que estava quase gozando, parei. Ela se levantou, colocou uma das pernas em cima da cama e a outra no chão. Se inclinou pra frente e eu a penetrei por trás, entrelaçando minha mão nos eus cabelos e puxando-a contra mim. Dei alguns tapas naquele rabão gostoso:
- Vai, pode bater na minha bunda, eu sou cachorra mesmo. Eu adoro!
Tapas, cravadas e gemidos, eu enfiava meu pau com vontade, ela queria mais e mais.
Se apoiou com os joelhos em cima da cama e deixou a bunda pra fora. Eu segui metendo por trás, agora com toda a visão da sua bunda. Segurei-a pela cintura e mandei ver, ainda com mais vontade, agora eu só ia parar quando enchesse aquela boceta de porra. Ela gozou antes de mim, gritava como louca. Isso me deixou fora de controle. Gozei muito. Como se um vulcão entrasse em erupção. Cada jato de porra que saia do meu pau eu enterrava ele mais fundo naquela racha, que transbordava porra pra fora.
Deitamos lado a lado. Respiração ofegante. Diminuía aos poucos.
Ela foi ao banheiro voltou. Eu deitado na cama, com o pau ainda duro. Ela veio e sentou em cima. Ficamos nos movimentando bem devagar. Levantei meu tronco, encostando meu peito nos peitos dela. Ficamos ali fodendo abraçados e com as pernas entrelaçadas. Vagarosamente, só sentindo um ao outro. Ela mexia seu quadril pra frente e pra trás, roçando o grelo no meu pau.
O ritmo aumentou, eu deitei de novo, ela ficou quicando na minha vara, queria gozar de novo. Se virou de costas pra mim e continuou quase que pulando em cima. A vara entrava e saia toda, ela aproveitava cada centímetro de pica, tinha total controle dos movimentos, eu só parado admirando, praticamente ela quem estava me estuprando. Não deu outra, gozamos de novo. Já quase sem forças para fazer qualquer coisa, dormimos ali mesmo, lambuzados, aquele cheiro de sexo no ar. Por um tempo ainda fiquei com os olhos abertos admirando a paisagem, aquelas nádegas, os bicos dos seios e todo o conjunto da obra.
Nos encontramos outras vezes ainda. Os encontros tão quentes quanto esse.

Contarei na sequência.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Na água suja é que está o peixe bom

Por @SexStarman







    Em uma das minhas passadas por Macaé, encontro um colega de trabalho e combinamos de tomar uma cerveja após o trabalho. - “Conheço um lugar legal!” diz ele. Ao cair da noite encontrei ele no centro da cidade, pegamos um táxi e fomos para o tal do “boteco”. Já começo achar estranho quando o taxista pega a estrada no sentido contrário da orla, onde se encontram as melhores opções de bares e restaurantes, mas como não conheço muito bem a cidade, fico na minha. Ao chegar no destino me deparei com um boteco do tipo “porta de garagem”, muito simples. Até demais. E que, naquela hora, ainda estava vazio. Para amenizar a “decepção”, a cerveja estava boa, uma Serramalte bem gelada. 
      
     Com o passar do tempo fui relaxando (a cerveja ajudando) e o papo com o colega estava bem animado, uma vez que não nos falávamos havia algum tempo. Lá pelas tantas, quando me dei conta, o boteco já contava com uma quantidade de gente considerável, dada as proporções do estabelecimento. Eis que, no meio daquela “multidão”, uma morena me chamou atenção. Usando um vestidinho tubinho, estampado, curtíssimo, seios médios, tamanho perfeito para serem abocanhados. Um par de coxas roliças, bem desenhadas na academia. Aquele cabelo preto, liso, caindo sobre sua monumental e deliciosa bunda. Enquanto meus olhos percorriam aquela escultura em forma de mulher, percebi que alguém também me olhava, ninguém menos do que a própria escultura. 
        
        Fiquei meio sem graça, mas o olhar e o sorriso dela revelaram a senha para seguir em frente. Sem pensar muito, levantei e fui em direção àquela paisagem, ainda sem saber se era real ou uma miragem. Passei reto e fui ao banheiro, mas sem tirar os olhos dela, ao mesmo tempo que avaliava a situação em sua volta, para saber se não havia algum problema com algum macho “concorrente”. Saí do banheiro determinado a fazer o primeiro contato. Voltei à mesa, peguei dois copos de cerveja e fui até ela: 
          
                   -Oi! Aceita? Perguntei, oferecendo a cerveja. 
                   -Claro! Aceitando prontamente. 
     
     Cerveja vai,cerveja vem, papo vai papo vem, um toque aqui, outro ali, a coisa foi evoluindo. La pelas tantas, estou novamente saindo do banheiro e sou atacado com um “beijasso” de tirar o fôlego. 

                  -Vamos sair daqui? Conheço um lugar bem legal pra gente ficar mais à vontade.

       Pegamos um táxi e fomos ao motel mais próximo dali. Me atirei de costas na cama do motel, ela ficou em pé ao lado da cama. Puxou seu vestidinho pra baixo, seus seios pularam pra fora, ali expostos, apontando pro céu, desafiando a lei da da gravidade. Enrola o resto do vestido para baixo, revelando uma minúscula calcinha preta. Em seguida deita-se sobre meu corpo, muitos beijos molhados, línguas se entrelaçando, mãos , pernas e braços, os corpos se roçando,  a coisa pegou fogo mesmo. Com um movimento rápido, viramos e fico de joelhos à frente dela. Tiro minha cueca, meu pau duro como pedra já não aguenta de tanto tesão, mesmo assim ainda admiro aquela visão, ela com as pernas abertas, bem ali na minha frente, cheia de desejos. Retiro sua calcinha, num ritmo mais lento, e caio de boca naquela xaninha encharcada, já pronta para receber meu pau. Ela delira de prazer, aumento o ritmo, a língua percorre toda extensão da sua boceta, do clitóris até seu cuzinho, passando pelos seus lábios avantajados. Coloco dois dedos dentro dela. Mantenho a chupada no seu grelo enrijecido. Minha língua brinca no seu grelinho que fica cada vez mais teso em minha boca. Sugo com tesão, com vontade. Sinto ela tremendo, gemendo a cada linguada na sua xota. Ela não se aguenta e goza com vontade, soltando um grito de prazer.
                 
                 -Isso gostosa! Geme! Grita de prazer! Hoje eu vou te levar até as estrelas!!

    Elevo suas pernas para cima, e sem cerimônia lhe enterro meu pau todo, num franguinho assado frenético. 

               -Mete gostoso! Come minha boceta que eu to louquinha! 

     Que boceta! Que foda! Eu já quase gozando, quando ela para, me beija, vai se curvando na minha frente até sua boca encontrar meu pau. Eu ali de joelhos, ela de quatro me chupando, consigo visualizar sua grande bunda e sua xota já arregaçada no reflexo do espelho. Ela se vira e aquela visão agora está bem diante do meu caralho. Tudo aberto. É só entrar. 
             
             -Vai gostoso! Mete com vontade! 

         Não precisa falar duas vezes. Meu pau entra todo dentro daquela boceta maravilhosa. Aqueles típicos sons dos corpos se batendo, fortemente, se misturam aos gritos e gemidos, até que explodimos. Os dois juntos! Uma gozada fenomenal, ao ponto da porra transbordar de dentro da vagina e escorrer pelas suas pernas. O ritmo diminuí, ela se deita, eu fico por cima dela. Por uns instantes ficamos ali, parados, admirando as estrelas.


        Daí lembro da fala do meu colega, ao perceber minha cara de desconfiado, logo que havíamos chegado lá no boteco: "É na água suja que tá o peixe bom!"